"Viajar é mudar a roupa da alma." Mario Quintana

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

ABR/15 - ITÁLIA com cruzeiro na GRÉCIA e TURQUIA

Mais uma vez malinhas prontas para zarpar por esse mundão de meu Deus...

E dessa vez eu e o Paulo resolvemos voltar a Itália onde passamos 06 dias, inclusive a Páscoa, e de lá partimos em um Cruzeiro de 10 dias para conhecer alguns lugares da Grécia e Turquia.

LUGARES VISITADOS: GRECIA (Katakolon e Atenas),TURQUIA (Kusadasi e Istambul), ITÁLIA (Roma, Costa Amalfitana com visitas a Sorrento e Amalfi, sendo que pelo caminho passamos por diversas cidadezinhas como Positano, Praiano, Ravello, Salerno dentre outras).

E assim no dia 02/04/15 partimos de Vitória para Roma num voo super tranquilo, graças a Deus.

Por volta das 07 hs da manhã, ao chegarmos ao Hotel ARTEMIDE, por sinal um excelente hotel, que fica a apenas 200 metros da Estação de Metrô Republica e a 02 estações da Piazza di Spagna e bem próximo também da Estação Termini, fizemos o check-in e saímos para um passeio Hop-on Hop-off, já que o nosso quarto só estaria liberado a partir das 14 horas.
Depois que voltamos do Hop-on Hop-off, que tomamos um belo banho no Hotel e almoçamos num restaurante próximo.

Depos do almoço fomos para o Vaticano onde ficamos sabendo que haveria uma celebração de Via Sacra no Coliseu, para onde seguimos mais tarde .
Destaque para a linda Basílica de São Pedro

Via Sacra no Coliseu.
No sábado fizemos muitas caminhadas nessa bela capital revendo pontos turísticos diversos.
Pallazo Venezia, onde fica o túmulo do Soldado Desconhecido. Também conhecido como VITTORIANO, monumento ao rei Vitor Emanuel II é o 1º palácio renascentista importante de Roma e está localizado na Piazza Venezia

La Fontana di Trevi, a fonte mais famosa do mundo.

Piazza di Spagna, com suas lojas elegantes e a magnifica escadaria, é a sala de estar de Roma, ponto de encontro de uma multidão de alegres adolescentes.

Panteão, também chamado de "La Rotonda" situado na Piazza della Rotonda

E terminamos a noite no teatro assistindo a bela opera La Traviata.
La traviata é uma ópera em quatro cenas (três ou quatro atos) . Foi baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho.

Ato I
É noite de festa na casa da cortesã Violetta Valéry. Violetta, prometida ao Barão Douphol, é apresentada pelo seu amigo Gastone de Letorières a Alfredo Germont. Gastone conta que ele já conhecia Violetta há algum tempo e a amava em segredo. Alfredo, então, fazendo um brinde a Violetta, declara-lhe o seu amor.

Violetta responde a Alfredo que, sendo uma mulher mundana, não sabe amar e que só lhe poderia oferecer a amizade, sendo que Alfredo deveria procurar outra mulher. Mas ainda assim, Violetta oferece-lhe uma camélia que carrega entre os seios e pede-lhe que volte no dia seguinte. Após a festa, Violetta permanece só e começa a dar-se conta do quão profundamente lhe tocaram as palavras de Alfredo, um amor que ela jamais conheceu anteriormente.

Ato II
Violetta e Alfredo iniciam um relacionamento amoroso e vão morar em uma casa de campo, nos arredores de Paris. Aninna, a criada de Violetta, conta a Alfredo que Violetta tem ido constantemente a Paris vender seus bens, para suportar as despesas da casa de campo.

Giorgio Germont, o pai de Alfredo, visita Violetta e suplica-lhe que abandone Alfredo para sempre. Giorgio conta-lhe sobre a sua família e especialmente a sua filha, em Provença, e acredita que ver Alfredo envolvido com uma mulher mundana destruiria a sua reputação.

Contrariada, Violetta atende às súplicas de Giorgio e sela um envelope endereçado a Alfredo. Violetta parte para uma festa na casa da sua amiga Flora Bervoix e Alfredo lê a carta. Desconfiado de que Violetta possa tê-lo traído, Alfredo vai até a casa de Flora para se vingar.

Ato III
A festa tem início com um grupo de mascarados que lhes proporcionam um divertimento. Violetta chega à festa acompanhada pelo Barão Douphol. Alfredo surge logo em seguida.

Alfredo começa a jogar com o Barão e ganha. No momento em que o jantar é servido, Violetta e Alfredo permanecem a sós no salão e Alfredo força-a a confessar a verdade. Violetta, mentindo, diz amar o barão. Furioso, Alfredo convoca todos para o salão e atira à cara de Violetta todo o dinheiro ganho no jogo e desafia Douphol para um duelo. Violetta desmaia, Alfredo é reprimido por todos e a festa termina.

Ato IV
Violetta está doente e empobrecida, depois de se desfazer de todos os bens. Tomada pela tuberculose, recebe cartas de vários amigos e uma, em especial, chama-lhe a atenção. É de Giorgio Germont, arrependido por ter colocado Violetta contra Alfredo.

Giorgio e Alfredo visitam Violetta, e reconciliam-se. Violetta e Alfredo começam a fazer planos de vida para depois da recuperação de Violetta. No entanto, Violetta está muito debilitada fisicamente e começa a sentir o corpo ceder. Entrega a Alfredo um retrato seu e avisa-o para que o entregue à próxima mulher por quem ele se apaixonar. Violetta sente os espasmos da dor cessarem, mas em seguida expira.
Domingo cedo, em baixo de muita chuva e muito frio, seguimos para o Vaticano onde assistimos a bela celebração de Páscoa.
Depois da missa almoçamos num Restaurante proximo e retornamos ao nosso hotel para um descanso merecido.

Segunda-Feira de muita caminhada revendo os outros clássicos da Cidade Eterna tais como o Coliseu, Forum Romano e Colina Palatina, Foruns Imperiais e muitos outros.
Igreja de São Francisco de Assis.

Piazza Navona, a praça mais famosa de Roma, é uma festa. Fechada para o trânsito, é rodeada de cafés e palco de manifestações culturais das mais diversas.

E chegou a Terça-Feira, dia anterior ao nosso cruzeiro de 10 dias.
Aproveitamos então para voltar a alguns pontos turísticos que vimos nos dias anteriores, tais como a Piazza del Popolo, Vaticano, Piazza di Spagna e outros.

Piazza del Popolo é uma das piazzas mais impressionantes da cidade, ainda mais depois de ter sido fechada para o trânsito. Muito sangue já correu nesta praça, onde convergem as três ruas do Tridente. Antigo palco de execuções públicas, foi também o ponto de partida para corridas de rua.
Basílica de São Pedro

E encerramos assim, a primeira etapa da nossa viagem com um jantar delicioso no Restaurante Therme di Diocleziano, proximo ao nosso hotel.


E começava aqui o nosso lindo cruzeiro no Navio Norwegian Jade, que nos levou durante 10 dias para conhecer dois portos da Grécia, dois portos da Turquia e também na Itália, o Porto de Napoles.

Enquanto aguardávamos a saida do navio do porto, na área da piscina, o churrasco já comia solto...

Depois de fazer o treinamento básico necessário, seguimos para a cabine para organizar as nossas coisas nos armários de onde só as retiraríamos na véspera do nosso desembarque.
Essa é uma das muitas vantagens que vejo em viajar de navio: Tudo do bom e do melhor num único local com as mordomias de um hotel 5 estrelas...

E depois de tomarmos um banho saímos prontos para jantar em um dos muitos restaurantes do navio.
Jantando no Le Bistrô, local lindo e aconchegante, onde acabamos voltando algumas outras noites.
Dia seguinte de navegação aproveitamos para colocar o sono em dia e fazer o reconhecimento do navio, visitando os seus vários ambientes.

E à noite saimos para jantar no Restaurante Moderno, dessa vez uma churrascaria.

E depois do jantar fomos ouvir uma musiquinha e dançar um pouco.

Dia seguinte nosso primeiro porto a ser visitado, Katakolon.
Optamos então em visitar o sítio arqueológico de Olympia e visitar uma família tradicional grega, proprietária de uma pequena vinícola.

Katakolon é uma pequena cidade portuária.É a porta de entrada para Olímpia. No Porto de Katakolon atracam navios de cruzeiro. Ali também aportavam há mais de dois mil anos, gregos para celebrarem os jogos consagrados a Zeus.
Estação de trem de Olympia

Terminada a visita à Olympia seguimos em direção ao vinhedo Kanellakopoulos onde visitamos o museu da família com uma coleção de ferramentas e equipamentos antigos, visitamos as plantações, o processo produtivo e no final degustamos de alguns vinhos.
E no caminho de volta para o navio encontramos pela estrada rebanhos e rebanhos de ovelhas.
Aqui o navio já deixava Olympia pra trás.

À Noite fomos jantar em outro restaurante diferente. Dessa vez, o La Coccina, lindíssimo também, onde voltamos outras noites.
E no caminho da nossa cabine longos corredores nos aguardavam...

Dia seguinte pela manhã desembarcamos no Porto de Piraeus de onde saimos para um city-tour por Atenas, a bela capital da Grécia, considerada o berço da civilização já que foi lá que nasceu a Democracia. Visitamos também a Acropole e seu centro histórico onde está o imponente Parthenon.

A Acrópole de Atenas é uma antiga fortaleza localizada em um alto afloramento rochoso acima da cidade de Atenas e contém os restos de vários edifícios antigos de grande importância arquitetônica e histórica, o mais famoso é o Parthenon.
Embora não haja evidências de que a colina era habitada, tanto para trás como o quarto milênio aC, foi Péricles (c 495 -. 429 aC), no século V aC, que coordenou a construção de edifícios mais importantes do site, incluindo o Partenon, o Propylaia , o Erechtheion eo templo de Athena Nike.
O Parthenon e outros edifícios foram seriamente danificados durante o cerco 1687 pelos venezianos na Guerra Morean quando o Parthenon estava sendo usado para o armazenamento de pólvora e foi atingido por um bala de canhão.
A Acrópole foi formalmente proclamado como o monumento preeminente na lista do Património Cultural Europeu de monumentos em 26 de março de 2007.
E continuava o nosso City-tour por Atenas
Assim que voltamos ao navio ele partiu deixando a Grécia para trás. À nós só restou o gostinho de quero mais...Se Deus quiser voltaremos a esse belo país para conhecer também as lindas ilhas de Mikonos, Santorini, Rhodes, e outras...

À noite jantamos no Cagney´s Steak House.

Dia seguinte quando acordamos o navio já estava aportado na Turquia.
No Porto de Kusadasi, optamos por visitar a cidade de Efeso e depois visitamos a Vila de Sirince e uma fábrica de tapetes.

E ainda antes do desembarque, da varanda da nossa cabine curtimos esse belo visual.

Outra vez em terra firme, recepção turca na nossa chegada ao Porto de Kusadasi.

Éfeso foi uma cidade greco-romana da Antiguidade situada na costa ocidental da Ásia Menor, próxima à atual Selçuk, província de Esmirna, na Turquia. Foi uma das doze cidades da Liga Jônia durante o período clássico grego. Durante o período romano, foi por muitos anos a segunda maior cidade do Império Romano, apenas atrás de Roma, a capital do império.
Tinha uma população de 250 000 habitantes no século I a.C., o que também fazia dela a segunda maior cidade do mundo na época.
A cidade era célebre pelo Templo de Ártemis, construído por volta de 550 a.C., uma das Sete Maravilhas do Mundo. O templo foi destruído, juntamente com muitos outros edifícios, em 401 d.C. por uma multidão liderada por São João Crisóstomo.
O imperador Constantino I reconstruiu boa parte da cidade e ergueu novos banhos públicos, porém a cidade foi novamente destruída parcialmente por um terremoto, em 614.
A importância da cidade como centro comercial diminuiu à medida que o seu porto começou a ser assoreado pelo rio Caístro.
Éfeso foi uma das Sete Igrejas da Ásia citadas no livro bíblico do Apocalipse.
O Evangelho de João pode ter sido escrito na cidade, onde também se encontra um grande cemitério de gladiadores.
O sítio arqueológico encontra-se a três quilômetros a sudoeste da cidade de Selçuk, no distrito homônimo da província de Esmirna. As ruínas de Éfeso são um importante ponto turístico internacional da região, que é servida pelo Aeroporto Adnan Menderes e pelo porto de Kuşadası.
A riqueza de Éfeso não era apenas material. Nela se destacavam iniciativas culturais como escolas filosóficas; escola de magos e muitas manifestações religiosas, sendo a mais significativa em torno de Ártemis; a deusa do meio ambiente conhecida como Diana pelos romanos, a deusa da fertilidade. É dedicado a Ártemis o maior templo nela encontrado por arqueólogos austríacos. Ao lado do templo de Ártemis, com 80 metros de comprimento e 50 metros de largura, foram encontrados suntuosos palácios romanos. Outras descobertas incluem uma bela casa de banho, de mármore, com muitos quartos, a magnífica Biblioteca de Celso, a "Catacumba dos Sete Adormecidos", onde foram encontrados centenas de locais de sepultura, e um templo dedicado à adoração ao imperador. Ali havia uma estátua de Domiciano, o imperador que exilou João Evangelista na ilha de Patmos e perseguiu os cristãos. Como é comum em praticamente todas as cidades ao redor do Mediterrâneo, também Éfeso acumulava em sua tradição traços religiosos orientais, egípcios, gregos, romanos e judaicos.
Em Éfeso existia um dos maiores teatros do mundo, com capacidade para 25 milhares de espectadores de uma população total estimada em cerca de 400 mil a 500 mil habitantes. Era a quinta mais populosa cidade do império. Também em Éfeso surgiram as condições para uma mudança fundamental no pensamento do Ocidente, durante os séculos VII e I a.C. Éfeso e Mileto, também na Ásia Menor, são berços da filosofia. Em 133 a.C., Éfeso foi declarada capital da província romana da Ásia, mas pesquisas arqueológicas revelam que Éfeso já era um centro urbano antes de 1 000 a.C., quando era ocupada pelos jônios.
Baixo-relevo de Nice, Deusa da Vitória
Fonte de Traian.
Banheiros públicos.

Biblioteca de Celso.

Terminada a vista às ruinas, ainda em Efeso, tivemos um show interativo mostrando como aconteciam as lutas perante a realeza. Quem perdia a luta morria ou não...dependia da anuência do rei, da sua corte e dos convidados, que sinalizavam com o polegar pra cima ou pra baixo. Simples assim...
No caminho da Vila de Sirince

O turismo rural não tem florescido na Turquia, embora as áreas rurais oferecem um rico potencial para turismo rural com a sua composição natural e cultural. A aldeia Sirince, que é um exemplo perfeito para o turismo rural na região do mar Egeu, tem sido tratado de um ponto de vista crítico. Sirince, que foi vila grega no período anterior à República da Turquia, foi envolvido no turismo rural nos últimos 10-15 anos. O património cultural, localização geográfica e contribuição voluntária dos moradores são os fatores mais importantes no envolvimento de Sirince com o turismo e oferecer uma forte vantagem competitiva para a aldeia. Além de passeios diários para a aldeia, alojamento está disponível em casas tradicionais transformadas em pousadas da vila. Condições relativas ao turismo rural devem ser cumpridas para que o turismo rural poderia sobreviver na aldeia. A autenticidade de Sirince deve ser preservada, as atividades baseadas na natureza aumentou e turismo agrícola melhorada.

Chegando à fábrica de tapetes tivemos a oportunidade de ver, inclusive, como se dá a retirada dos fios do bicho-da-seda, que morre desidratado para tecer a matéria prima dos tapetes.
Bicho-da-seda é a larva de uma espécie de mariposa usada na produção de fios de seda. Este insecto é nativo do Norte da China mas encontra-se atualmente distribuído por todo o mundo em quintas de produção de seda, denominada sericicultura.
O bicho-da-seda alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira, ao longo de toda a sua fase de vida larvar (lagarta). Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto . É esse casulo que serve de fonte para a seda. Estas mariposas que produzem a seda foram domesticadas há cerca de 3.000 anos a.C, nos países asiáticos (possivelmente na China), e por isso não conseguem sobreviver no ambiente natural. Vivem apenas criadas pelo homem de quem dependem para serem alimentadas e não conseguem voar. É como dizer que suas asas atrofiaram nestes séculos de domesticação. Existem mais de 400 espécies desta raça e hoje inúmeros cientistas trabalham na preservação do banco de germoplasma para, através de cruzamentos específicos, buscarem melhores híbridos para produção de seda, possibilitando, assim, melhores resultados na cadeia produtiva, desde o sericicultor até a indústria têxtil. Segundo (Hanada e Watanabe, 1986) a sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional. Esta atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural; além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores. Para se aproveitar a seda, tem que haver o sacrifício da crisálida antes de seu amadurecimento, para se preservar a integridade do fio.
Confecção artesanal dos tapetes.

Na manhã seguinte quando acordamos já estamos aportados em Istambul, a antiga Bizâncio e Constantinopla, a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo. Istambul é a única cidade do mundo que fica em dois continentes: Europa e Ásia.

E na nossa chegada ao Porto em Istambul fomos recepcionados por essa banda típica.

Como ficaríamos 02 dias nesse porto e só havíamos programado um passeio para a noite, nesse primeiro dia, resolvemos pegar o ônibus Hop-on Hop-off para fazer um reconhecimento de área da cidade já que só no dia seguinte faríamos o sightseeing.

Istambul é a cidade, estrategicamente, mais bem localizada do mundo. Fica exatamente entre a Europa e a Ásia, onde os dois continentes são separados apenas pelo pequeno Estreito de Bósforo. Essa é a ponte que separa o continente Europeu do continente Asiatico.


Aqui saltamos do ônibus e resolvemos fazer uma caminhada até o nosso navio.

À noite, a caminho de um dos mais populares Night Clubs de Istambul onde enquanto jantávamos assistimos a um show típico tradicional com música, danças folcloricas e muita dança do ventre.

Nosso segundo dia em Istambul, começava com o sightseeing.
Istambul, uma fascinante mistura de oriente e ocidente, história e modernidade.
Istambul já teve diversos nomes no seu passado, mas hoje em dia não é raro escutar as pessoas a chamando de “Cidade dos Minaretes”, devido as 3 mil mesquitas lá existentes.

E por todo lado que se olhava, muitas e muitas mesquitas...

A praça do Hipódromo é praticamente uma extensão da praça de Sultanahmed e funcionava como um hipódromo na época bizantina

A Mesquita Azul foi construída para sobrepor o poder do islã sobre o catolicismo.
É também chamada Mesquita do Sultão Ahmet. Foi construída no início do século XVII, quando a cidade já estava em poder dos turcos otomanos e é a única mesquita de Istambul que possui seis minaretes.
A mesquita foi construída em estilo clássico otomano e na época, o Sultão Ahmet, quis fazê-la com grandiosidade e beleza para se contrapor à imponência da Basílica de Santa Sofia que fica ao lado.
O interior da mesquita é riquíssimo. Possui um belo conjunto de azulejos e ricos vitrais coloridos. Ao entrar na mesquita é necessário tirar os sapatos e não é permitido short, camiseta, bermuda, etc. Quem chega desprevenido, pode usar uma canga para ter acesso à mesquita.

E no interior da Mesquita Azul, todas as mulheres de cabelos e ombros cobertos...


Destaque para os pés descalços. Os sapatos estavam dentro das sacolas que carregávamos nas nossas mãos.

Terminada a visita mais uma vez nos deixamos fotografar em frente à Mesquita. De uma lado a Mesquita Azul e do outro lado a igualmente maravilhosa Basilica de Santa Sofia...

A Basílica de Santa Sofia é um marco da passagem de dois impérios: o Bizantino e o Otomano.
É o principal edifício histórico de Istambul. Foi construído na época em que Constantinopla era a capital do Império Bizantino, entre 532 e 537, pelo Imperador Justiniano I.
É conhecida, também, como Hagia Sophia, que significa “Sagrada Sabedoria”. Com a queda de Constantinopla em 1453, a Basílica foi transformada em Mesquita pelos muçulmanos e hoje, ela se transformou num museu, desde 1935, quando Kemal Atatürk assumiu o poder da Turquia e a transformou em um país laico.

A Basílica possui uma abóboda central com 31m de diâmetro e 55,6m de altura. No interior da igreja existem mosaicos maravilhosos banhados a ouro. Toda a riqueza do Império Bizantino, na época convergiu para a Santa Sofia.
Os mosaicos cristãos nas paredes são a atração principal da Aya Sofia

Ao lado da Basílica de Santa Sofia existe uma das mais impressionantes construções de Istambul. A Cisterna da Basílica. É a maior das dezenas ou centenas de cisternas construídas em Istambul no período do Império Bizantino.
A Cisterna foi construída em 532. Possui 336 colunas romanas trazidas de templos pagãos da Anatólia, com estilos diversos: jônico, dórico e sobretudo coríntio. Ocupa uma área de 10.000 metros quadrados e tem 8m de altura. A capacidade da Cisterna é para 30 milhões de litros de água. Foi construída para prevenir a cidade de algum ataque que destruísse os seus aquedutos.
No interior da Cisterna existem duas colunas enigmáticas, com a base em forma de Cabeça de Medusa em posições diferentes. Não se sabe o significado das cabeças na Cisterna, mas os turistas adoram.

A caminho do Grande Bazar
O Grande Bazar, também chamado Bazar Coberto ou Mercado Coberto, é provavelmente o maior e dos mais antigos mercados cobertos do mundo.
Aberto em 1461, é muito conhecido principalmente pela joalharia, cerâmica, especiarias e tapetes. Tem mais de 60 ruas cobertas e centenas ou milhares de lojas (1200 segundo uns, mais de 4000 segundo outros), é frequentado por 250 000 a 400 000 pessoas diariamente. Calcula-se que cerca de 20 000 aí trabalhem. A maior parte das lojas está agrupada por tipos de mercadorias, havendo áreas especiais para produtos de pele, joias,casas de chá, cafés e restaurantes, espalhados por mais de 300 mil metros quadrados.
O Grande Bazar funcionava como um mercado abastecedor (de distribuição), por ele passando a maior parte das mercadorias antes de serem distribuídas por outros mercados da cidade ou chegarem às oficinas de artesãos, muitas das quais situadas também elas no Grande Bazar. O nome das ruas do mercado correspondem às atividades que aí se desenvolviam, quer fossem de manufatura ou apenas de comércio.


No final da visita ao Grande Bazar procuramos um café com WIFI para o Paulo fazer contato com o Brasil... e foi assim que recebemos a bela notícia de que a filha dele, a Ana Paula, havia descoberto que estava grávida.
Mercado de Especiarias.

E mais 02 dias de navegação que aproveitamos para curtir bastante das mordomias desse belo navio.

No primeiro dia agendamos um brunch no Le Bistro acompanhado de uma banda completa de jazz. Tudo de bom !!!


Toda noite encontramos no nosso quarto uma fofura diferente feita pelo nosso camareiro. Dessa vez um coelhinho.

E a mordomia continuava no dia seguinte...

E já era o nono dia de viagem...que pena !!!
Chegando ao Porto de Nápoles, nossa última parada desse delicioso cruzeiro, optamos por um passeio de dia inteiro até a Costa Amalfitana com paradas em Sorrento e Amalfi
No caminho entre Sorrento e Amalfi, passamos, no entanto, por diversas cidadezinhas como Positano, Praiano, Ravello, Salerno dentre outras.
A Costa Amalfitana é um trecho de 60 km de litoral entre Salerno e Sorrento, sendo a estrada que liga as cidades na maioria do tempo super estreitas, na beira de imensos precipícios .
Situada no Mar Tirreno, a Costa Amalfitana, atrai famosos, milionários ou simplesmente entusiastas de um litoral maravilhoso, com mar azulzíssimo...
A Costa Amalfitana é bonita demais... A paisagem, quando você começa a subir é maravilhosa...cada curva um flash, literalmente...
A Costa Amalfitana ou Costa de Amalfi é uma costa de grande beleza natural em Província de Salerno, classificada pela UNESCO, desde 1997, como Património Mundial da Humanidade.


Vulcão Vesúvio.

Algumas fortalezas ao longo do caminho e também lindas paisagens...

Encastelada em um penhasco sobre o mar, Sorrento inspirou poetas com suas belas paisagens e proximidade com Nápoles e Pompeia.

Chegada à Sorrento

Nosso almoço em Sorrento

Novamente na estrada a caminho de Amalfi
chegando em Amalfi
caminhando pela linda e charmosa Amalfi

E aqui Amalfi começava a ficar pra trás.

Já de volta ao nosso navio curtindo Nápoles mais uma vez antes do navio partir.
E mais uma vez nos despedimos do Vesúvio
Aqui acompanhávamos a saída do Prático, depois de posicionar adequadamente o nosso navio para fora do Porto.
E aqui Napoles ficava pra trás e era hora de fazer as malas pois desembarcaríamos em Roma no dia seguinte

Infelizmente essa foi a última noite do cruzeiro. E fomos conhecer mais um restaurante, dessa vez o Grand Pacific

E no dia seguinte após o café da manhã acabou mais um lindo cruzeiro. Que pena !!!
E como não pretendíamos ficar plantados o dia inteiro no aeroporto, preferimos deixar para voltar pro Brasil na noite do dia seguinte. Um sacrifício enorme, não é mesmo ???
Seguimos então novamente para o mesmo hotel que ficamos hospedados na nossa chegada a Roma, e mais uma vez aproveitamos para passear por essa linda capital onde, se Deus nos permitir, pretendemos retornar um dia !!!