"Viajar é mudar a roupa da alma." Mario Quintana

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No post "Eu Fui" estão relacionados todos os lugares até então visitados por mim. Depois, pretendo colocar em frente a cada local mencionado nessa lista, o link da viagem correspondente.

Um abraço carinhoso para todos.

domingo, 4 de julho de 2010

JUL/10 (Santa Tereza-ES)

Mais um final de semana muito agradável que eu e o maridão passamos na Pousada Paradiso, em Santa Tereza, em companhia dos amigos José Carlos e Joyce e da minha irmã e meu cunhado Sergio.

Como a partida do Brasil com a Holanda no jogo das quartas de final da Copa do Mundo aconteceria às 11:00 hs saimos de casa cedo, para assistir o jogo já em Santa Tereza.

No momento dessa foto já estávamos instalados no Bar Elite, no centro de Santa Tereza, aguardando o início do fatídico jogo que mandou a Seleção Brasileira de volta para casa depois de um placar de 2 x 1.Depois de amargar a derrota do Brasil fomos para nossa Pousada, a Paradiso, muito simples, porém acolhedora. E lá, para esquecer o vexame da nossa Seleção, tomamos todas... Por favor não se espantem: as garrafas estão jogadas no chão apenas para se climatizarem, pois até aqui estávamos ainda todos sóoooooobrios. 
 
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No dia seguinte voltamos para o mesmo lugar no qual assistimos o jogo no dia anterior, o Bar Elite, e assistimos então a derrota da Argentina num placar de 4 x 0. Estávamos ainda tão desolados com a nossa derrota no dia anterior, que nem lembramos de tirar fotos para marcar esse momento.

E à noite saimos para jantar no Restaurante Bianchi, local bonito e agradável com comida de excelente qualidade. Nesse momento degustávamos mais um bom vinho, antes do nosso delicioso jantar. Domingo cedo, saimos numa caminhada de aprox. 2,300 metros até o centro da cidade.

As fotos a seguir foram tiradas ainda na área da nossa Pousada. 
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Aqui já estávamos no centro de Santa Tereza, onde depois de fazermos as comprinhas básicas das delícias locais, na Claids Biscoitos e de massas caseiras, no Centro de Artesanato, tivemos a grata surpresa de encontrar um casal que não via há anos, a Eliane e o Alberto, antigos colegas da CST. Que coisa boa rever pessoas queridas que fizeram parte da nossa vida e por uns breves momentos nos transportarmos para aquele passado que parecia tão remoto...Obrigada Eliane e Alberto por me fazer resgatar esses momentos especiais... Depois disso encontramos com o José Carlos e a Joyce que ao invés de irem a pé para a cidade, foram para lá de carro. Então, fomos os seis, até a Rampa de Vôo Livre “Amauri Fernandes”, no Vale do Caravaggio. Essa rampa que tem 915 metros de altitute e tem uma pequena lanchonete, está situada a 8 km do centro de Santa Tereza. O acesso até ela é facílimo com uma estrada ótima, que permite a subida de qualquer carro. Esse é um passeio imperdível que recomendo a todos que forem a Santa Tereza.

O dia estava lindo e ensolarado, mas muito frio. Pena que não tinha nenhum vôo de parapente acontecendo, por causa do vento sul que soprava forte nesse final de semana em Santa Tereza. 
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Depois de degustarmos de um bom vinho curtindo esse belo visual, retornamos para buscar a nossa bagagem e fazer o nosso check out na Pousada.

Então almoçamos na Cantina Italiana, Mazzollin Di Fiori e pegamos o caminho de volta para casa.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

ABR/10 (Europa com Leste Europeu)



E novamente ganhamos o mundo. Dessa vez, sedentos de história, resolvemos conhecer dentre outros lugares, o Leste Europeu e também Berlim.

ROTEIRO DA VIAGEM:
Bruges/Bruxelas/Amsterdam/Viena/Budapeste/
Bratislava/Praga/Dresden/Berlim/Paris

Dividirei essa viagem conforme abaixo:
1ª PARTE - Chegada em Paris, visita à Bruges, Bruxelas e Amsterdam
2ª PARTE - Visita às cidades imperiais: Viena, Budapeste e Praga
3ª PARTE - Visita à Berlim e Paris

As visitas à Bruges, Bruxelas e Amsterdam nos fizemos sózinhos, entre os dias 15 e 22/04/10;

Por nos sentirmos inseguros por causa da língua, preferimos fazer o percurso "Viena -Budapeste - Praga - Berlim", com duração de 11 dias, na companhia de guia espanhol, compartilhado com passageiros de outras nacionalidades;

A visita à Paris também, nós fizemos sózinhos, no período entre 03 e 05/05/10

Portanto, no dia 15/04/10 quando se iniciava a primeira parte da viagem, aterrisamos no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. No aeroporto mesmo, seguimos para a estação do TGV para pegar o trem até Brugges, com escala em Bruxelas.

Eram 16:00 hs e o aeroporto de Paris estava numa confusão só, muito corre corre, vôos atrasados e muita gente estressada. Muito tempo depois, aguardando o nosso trem que só sairia as 20:30 hs é que ouvimos uma brasileira no telefone falando com os pais que estavam num país próximo e não estavam conseguindo pegar o vôo para Paris por causa das cinzas do vulcão. Aí quando a brasileira terminou de falar é que a abordamos e ficamos sabendo que todos os vôos em Paris estavam atrasados ou cancelados por causa do problema no vulcão da Islândia e que a correria era porque as pessoas também já não estavam conseguindo comprar bilhetes porque todos os trens já estavam lotados. Imagine a nossa surpresa. Tínhamos acabado de chegar naquele lindo país onde o caos começava a se instalar. Como estávamos com o nosso bilhete garantido ficamos esperando o horário do nosso trem. Ás 19:30 hs resolvemos pedir informação num balcão próximo para saber se estávamos na plataforma certa e ficamos sabendo que por motivo de greve em Paris, o nosso trem havia sido cancelado e que o último trem para Bruxelas estaria saindo dentro de 15 minutos. Nesse momento ficamos meio que desesperados pois não sabíamos o que fazer já que a mulher nos falou que o trem estava lotado e que não sabia como seria os horários de trem do dia seguinte, por causa da greve. Mesmo sem bilhete, resolvemos arriscar e pegamos o referido trem e nos acomodamos no meio das bagagens para uma viagem de 2 horas até Bruxelas.  
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Em Bruxelas saltamos e pegamos o outro trem, que nos levaria até Bruges numa viagem de mais 1 hora. Dessa vez a viagem foi bem mais tranquila já que era tarde e o vagão estava praticamente vazio. Chegando na estação ferroviária em Bruges pegamos um taxi e nos dirigimos ao Hotel Best Western Premier Navarra onde só deixamos a bagagem e saimos para jantar num simpático restaurante grego em frente ao nosso hotel.

Bruges é uma das cidades medievais mais intactas do planeta. Seu centro histórico foi tombado como patrimônio da humanidade pela Unesco em 2000. A cidade é rodeada de canais e um dos programas mas apreciados pelos visitantes é percorrer esses canais de barquinhos turísticos, que saem de dez em dez minutos para um tour navegando sob pontes e árvores e apreciando suas construções antigas...nada mais romântico...assim é Bruges.

As principais atrações de Bruges estão concentradas no centro histórico, a curtas distâncias o que possibilita explorá-la de bicicleta, nas trilhas demarcadas para esse fim, já que as bicicletas tem trânsito preferencial e todo mundo respeita ou, a pé, que foi a opção escolhida por nós.

Estando na cidade não se pode esquecer de degustar os chocolates caseiros, as deliciosas trufas,os biscoitos típicos, e a cerveja acompanhada de uma boa porção de batata frita, invenção belga, que é tão querida no país que ganhou até um museu que abriu em 2008. 
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A torre medieval é a maior e mais importante construção de Bruges e fica situada na praça principal. Ela tem 366 degraus e se quiser, pode subir para desfrutar de uma vista completa da cidade. Sempre que pensávamos em subi-la dava uma lesera danada e preferíamos encostar num café, para namorar e degustar de um bom vinho.Bruges, suas ruas e vielas. 
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Bruges, seus bares e cafés. Bruges, seus canais e suas pontes. E assim, 3 dias depois estávamos novamente na Estação Ferroviária de Bruges, para nos dirigir para Bruxelas, onde ficamos também por 3 dias.

Assim que o trem chegou em Bruxelas pegamos um taxi até o Hotel Sofitel Europa onde só deixamos a bagagem e saimos para o centro da cidade.

Bruxelas, a capital da Belgica, Sede da União Européia, é uma cidade grande e cosmopolita. Tem uma das praças mais bonitas da Europa, a Grand Place, bons museus e um símbolo que é, no mínimo, curioso: o Manneken Pis, uma estátua de um menino fazendo xixi. As principais atrações ficam dentro do anel viário que engloba todo o centro histórico. Nessa região o trânsito é restrito e o melhor é bater perna mesmo.

Então, no centro da cidade, compramos um ticket de ônibus, válido por 24 hs, que faz o city tour por toda a cidade, anunciando nos microfones individuais, em quatro idiomas, informações sobre os pontos históricos principais, nos permitindo saltar nas diversas paradas e pegar o próximo ônibus que passa a cada vinte minutos. Isso foi bom porque percebemos logo de cara que a cidade é bastante grande e tivemos a ideia real da beleza, limpeza e da própria arquitetura de Bruxelas. A seguir algumas fotos desse passeio:
 
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Depois de uma volta completa pela cidade, voltamos para o ponto inicial do city tour para explorar melhor o centro histórico e depois jantar.

Assim que chegamos ao centro histórico nos deparamos com a Grand Place: conjunto arquitetônico do século 12, toda cercada por edifícios históricos que pertenceram a nobres no passado, e que é a alma da cidade. Realmente é muito linda a Grand Place, conforme fotos a seguir:
Nas imediações da Grand Place, atrações para todos os gostos: catedrais, palacetes e torres, cafés, restaurantes, bares 24 horas e lojas dos chocolates mais famosos do mundo. O que inclui também, necessariamente provar um dos cerca de 500 tipos de cerveja produzidos no país, sempre acompanhado com uma porção de batatas fritas, invenção belga.

Depois disso visitamos as galerias St.Hubert, construída em meados do século 19, que é a rua de shopping coberta mais antiga da Europa Ocidental. E tirei uma foto em frente ao Manneken Pis. Quando revelei a foto quase não consegui vê-lo. Por mais preparada que estivesse, fiquei decepcionada com o tamanho da estátua, símbolo do país. Depois sentamos num restaurante numa rua lateral à Grand Place, onde tomamos um vinho e jantamos uma deliciosa massa com frutos do mar.E novamente a Grand Place, por volta das 21:00 hs, já iluminada.
No dia que saimos do Brasil o maridão mandou um e-mail para o Steve, amigo nosso que mora em Luxemburgo, dizendo a ele que estaríamos em Bruxelas entre os dias 17 e 19/04. E qual não foi a nossa surpresa ao chegarmos no hotel nessa noite, encontramos um recado do Steve dizendo que estaria em Bruxelas na manhã do dia seguinte para passar o dia com a gente. E assim foi. No dia seguinte ainda estávamos tomando o café da manhã quando o Steve chegou no hotel com toda a sua linda família: a Katia, a Lorena, o Luiz, o Matheu e o pequenino que ainda não conhecíamos, o Rafael Leonardo. No dia anterior o maridão e eu tínhamos decidido voltar ao Atomium para conhecê-lo por dentro. Como o Steve ainda não conhecia o Atomium ele gostou da idéia e todos nós fomos para lá conhecê-lo.

O Atomium tem o formato de um átomo ampliado 165 milhões de vezes. Esta enorme estrutura composta por 9 esferas interligadas por tubos, tem 102 metros de altura. Foi inaugurado em 1958, como ponto central da feira mundial de Bruxelas. Quase todas as esferas estão interligadas por escadas rolantes e em cada uma delas há atrações audovisuais.
 
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Da esfera mais alta têm-se uma vista espetacular de toda a cidade. Quando terminamos a visita no Atomium voltamos com os amigos para a Grand Place, onde almoçamos, conversamos um pouco, passeamos pelas ruelas e pelas lojas, visitamos novamente o Manneken Pis e nos despedimos, já que o Steve tinha que rodar quase 200 km até sua casa em Luxemburgo.

Valeu a pena conhecer o Atomium e desfrutarmos horas tão agradáveis na companhia dos amigos, que sempre são bem vindos. Num país estranho então, nem se fala. Esse vai ser um dia, com certeza, que nunca mais nos esqueceremos. Obrigado Steve pelo seu carinho.

Depois disso voltamos a pegar o ônibus do city tour e fomos visitar o Museu do Automóvel.
E o nosso último vinho em Bruxelas, antes de voltarmos ao hotel para organizar as malas para a nossa partida no dia seguinte.
E no dia seguinte nos dirigimos novamente a Estação Central onde pegamos o TGV para Amsterdam, onde passamos mais 04 dias.

E assim que chegamos na belíssima Central Station procuramos por um taxi para nos levar ao nosso hotel. Como não vimos nenhum por perto, resolvemos atravessar a ponte em frente a estação para pegar o taxi do outro lado da rua. Ainda sobre a ponte tirei as duas fotos a seguir: Depois que terminamos de atravessar a ponte vimos um taxi parado. Perguntamos então se estava livre e o motorista disse que sim. Ele então desceu, acomodou a nossa bagagem no porta malas e assim que entramos no carro ele nos perguntou para onde queríamos ir. Dissemos então que era para o Hotel NH Barbizon Palace. Nessa hora ele deu uma risada e falou que estávamos exatamente em frente ao referido hotel. Ele então tirou as malas do carro e depois de boas gargalhadas entramos no hotel. Depois que cheguei em casa e vi as fotos pude perceber que de cima da ponte dava para ver o grande letreiro do hotel. Sabia que o hotel era perto da estação mas não imaginei que fosse tanto.

Amsterdam - psicodélica, liberal e ousada. Na mesma vizinhança em que as meninas de vida fácil comercializam seus corpos nas inúmeras vitrines do Bairro da Luz Vermelha, convivem uma igreja fantástica erguida no século 14, uma sinagoga do século 15, a Universidade, um museu dedicado à maconha e ao haxixe, bares em que estas substâncias são comercializadas, os famosos Cofee Shops, muitas lojas de Sex shops, várias casas de Shows de Sexo Explícito, centenas de bicicletas e barquinhos que singram os inúmeros canais. Mas nem tudo se resume a sexo, drogas e rock´n´roll. Apesar desse clima meio maluco, Amsterdam não é um lugar violento e de acordo com um estudo da Universidade de Michigan, EUA, os holandeses estão entre os três povos mais felizes do planeta, com 92% de sua população se declarando feliz (os outros dois são islandeses e dinamarqueses).

A Holanda é tolerante com as preferências sexuais e a prostituição é tratada com transparência, como uma profissão e é taxada pelo governo. A Holanda pode ser um país pequeno mas faz barulho.

Orgulhosos os holandeses afirmam que Deus criou o mundo mas que eles criaram a Holanda já que fizeram um milagre com seu terreno pantanoso, construindo diques, criando terras férteis e erguendo cidades. Para quem não sabe, Amsterdam está 4 metros abaixo do nível do mar.

O Centro de Amsterdam é cortado por inúmeras ruazinhas estreitas onde trafegam cerca de 500 mil bicicletas. A foto a seguir é de um dos vários estacionamentos de bicicleta que encontramos por toda a cidade. Note que ele é tão grande que não deu para fotografá-lo por inteiro. Compacta, as ruas de Amsterdam podem ser explorados a pé ou, para entrar no clima, de bicicleta, e o passeio de barco pelos canais charmosos são perfeitos para se ter uma idéia geral da cidade.

A cidade de Amsterdam é cercada por 160 canais cobertos por mais de 1200 pontes. Andando pelos canais nota-se que existem vários barcos ancorados. Muitos deles, cerca de 3000, são casas flutuantes, restaurantes ou hotéis. Apesar de parecer uma opção barata de moradia, a procura é maior do que a oferta e os aluguéis são bem altos. A foto a seguir é exemplo de uma dessas casa-barco onde inclusive a Rede Globo usou no início da novela Páginas da Vida, como casa da personagem Nanda.
Amsterdam esbanja cultura. Tem ótimos museus e é um festival de arquitetura.

Amsterdam, suas praças, seus becos, suas ruas, sua linda arquitetura.Amsterdam, seus canais e suas pontes. Uma das atrações mais visitadas em Amsterdam é a Casa de Anne Frank um prédio de 3 andares, transformado em museu. Ali viveu a família da menina judia entre 1942 e 1944, durante a segunda guerra mundial, num anexo, cuja entrada ficava atrás de uma estante de livros. O quarto de Anne, onde ela escreveu seu famoso diário, ainda está decorado com fotos de artistas de Hollywood, como o de qualquer adolescente da mesma idade. No térreo, monitores de TV exibem um documentário, narrado por uma amiga de infância, contando como ela a encontrou no campo de concentração de Bergen-Belsen, na Alemanha, onde Anne morreu. 
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Outra atração no mínimo diferente é visitar o XtraCold Ice bar, inaugurado em 2006. A foto a seguir foi tirada em frente ao referido bar onde não se pode fotografar o seu interior. Ao entrar você vai para uma sala quente onde se pode beber, comer e desfrutar do excelente ambiente ou mesmo ver as pessoas dentro do bar de gelo através de várias telas planas. Antes de entrar propriamente no bar gelado que tem paredes, esculturas e bancos em gelo, para suportar o frio de menos 7 graus Celsius você recebe um revestimento térmico especial e um par de luvas. O preço de entrada inclui uma bebida, em um copo especial, também feito de gelo. As fotos a seguir foram tiradas no mercado mais democrático que já vi até hoje na minha vida. Vende-se os tamancos típicos da Holanda, flores, queijos, frutas, suvenirs, e até sementes de maconha. Se você ampliar as três últimas fotos vai perceber que as latinhas e os pacotinhos são de semente da dita cuja. 
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Imperdível também nessa época do ano, é visitar KEUKENHOF, o maior parque de exposição floral do mundo que foi criado em 1949. São 6 milhões de flores numa área de 3 km quadrados onde se expõem lindos bosques com 500 tipos diferentes de tulipas e vários metros quadrados de galpões com exposições interiores de tulipas e outras flores, onde inclusive pode-se comprar mudas e sementes dessas flores para plantar no seu próprio jardim.

Depois de passarmos os 4 dias mais diferentes das nossas vidas e vivermos momentos inesquecíveis em Amsterdam eu e o maridão fomos para o Aeroporto onde embarcamos para Viena num vôo da KLM.

Em Viena se iniciava o nosso tour "VIENA - BUDAPESTE - PRAGA - BERLIM", com duração de 11 dias, na companhia de guia falando espanhol, compartilhado com passageiros de outras nacionalidades.

Começando a segunda parte da viagem, falarei especificamente sobre as cidades imperiais: Viena, Budapeste e Praga.

Viena é a capital da Áustria e centro cultural e político do país, sendo também a maior cidade sobre o rio Danúbio. Segundo a Mercer, Viena é a melhor cidade do mundo para se viver seguida por Zurique, Genebra, Vancouver e Auckland.

Viena foi a cidade natal de diversos escritores, compositores e artistas em geral, destacando-se entre eles Franz Schubert e Strauss. Dentre as figuras vienenses está também Freud, famoso psicanalista austríaco. Além dos compositores nativos, muitos outros compositores de outros países foram atraídos para a Áustria devido ao patrocínio dos Habsburgo, entre os quais Ludwig van Beethoven e Johannes Brahms.

Localiza-se na cidade de Viena uma das maiores catedrais góticas medievais, a Catedral de Saint Stephan, um grande exemplo da arquitetura medieval que remonta ao século XI.

A cidade tem vários palácios como o Palácio de Schönbrunn, conhecido também como o Palácio de Versalhes de Viena, que é um dos principais monumentos históricos e culturais da Áustria e que desde o século XIX tem sido uma das principais atrações turísticas da cidade.

Ao aterrisarmos em Viena, a Sato Tours, estava nos aguardando e fez o nosso traslado até o Hotel Savoyen. Como o city tour só seria feito no dia seguinte, só deixamos as bagagens no hotel e saimos para um reconhecimento da área.

Viena, envolvida em história de reis, impérios e grandes compositores clássicos. Aqui os russos depois da 2ª guerra mundial, ficaram até 1955. Nessa praça um monumento aos soldados soviéticos.
 
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Viena, muita música no ar. Aqui o prédio da Opera. Viena, suas ruas largas, suas praças e sua linda arquitetura. Viena, seu lindo Parlamento. São muitas obras em um só monumento. Hora do jantar e do primeiro vinho nessa linda capital.  
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E no dia seguinte após o café da manhã no hotel, saimos com o grupo para uma visita panorâmica na cidade, destacando-se a Ringstrasse com seus suntuosos monumentos como a Ópera, os Museus de Belas Artes e de Ciências Naturais, o monumento à Maria Teresa, o Parlamento, a Prefeitura, o Teatro Nacional e o Palácio imperial "Holfburg". A seguir algumas poucas fotos do passeio pois alguns lugares como a Opera e o Parlamento já havíamos conhecido no dia anterior. Visita também aos jardins de Belvedere, palácio de veraneio do principe Eugenio de Sabóia, de onde tivemos uma bela vista panorâmica da cidade de Viena. O passeio com o grupo terminou no centro da cidade mas acabamos contratando o serviço do guia local para um passeio adicional ao Palácio de Schombrunn, antigo pavilhão de caça que foi transformado ao longo do século XVII em palácio. Seu atual aspecto rococó se deve aos planos da imperatriz Maria Teresa. Schombrunn era a residência de veraneio dos Habsburgo. Nesse palácio se celebrou acontecimentos como o Congresso de Viena em 1814 e em 1805 Napoleão instalou seu quartel general em Schombrunn. O castelo dispõe de 40 dependências imperiais em estilo rococó que constituem com seus dourados, estuques, móveis, estufas monumentais e grandes espelhos um reflexo fiel do gosto artístico daquela época. Pena que não se pode fotografar o interior do palácio. Lindíssimo também o extenso parque de 120 hectares com seus belos jardins ao estilo francês. E à noite, assistimos a um inesquecível concerto de música clássica em um dos muitos palácios de Viena, onde desfrutamos de uma taça de champagne no intervalo do concerto. Depois do concerto tivemos também um jantar num restaurante típico, animado com música ao vivo. E na nossa mesa, a simpática venezuela, que nos acompanhou durante todo o percurso da excursão. Ela ficou retida em Londres durante 11 dias por causa do vulcão e nem assim perdeu o seu bom humor contagiante. No dia seguinte, logo após o café da manhã, saimos para um passeio ao Vale do Danúbio. Nessa excursão de dia inteiro, presenciamos a beleza do vale do Danubio através de um romântico cenário carregado de história e lendas. Visitamos Durntein, porto medieval famoso porque em seu castelo (hoje em ruinas) esteve prisioneiro Ricardo Coração de Leão. Visitamos também a Abadia Beneditina de Melk, pérola do barroco austríaco. Depois do almoço embarcamos num barco passando por belas paisagens de bosques e vinhedos salpicados de encantadores vilas e antigas fortalezas. A seguir fotos desse lindo passeio.Em destaque, em cima do morro, as ruínas do castelo onde Ricardo Coração de Leão ficou aprisionado. Abadia Beneditina de Melk. Nessa noite tivemos também o nosso jantar de boas vindas no Restaurante Marchfelderhof, animado com música ao vivo. Nesse jantar nos sentamos com esses quatro que nos acompanharam durante toda excursão: um casal espanhol e outro argentino. Figuraças muito alegres e divertidas.E cedo no dia seguinte, saimos do hotel com todo o grupo, rumo a Budapeste. Aqui a divisa Austria/Hungria. Disse nos o guia que há anos atrás o que se via ao longo dessa estrada era somente soldados, tanques e canhões pois havia aqui a divisão dos mundos comunista e capitalista. A partir daqui pudemos observar o que foi o atraso do mundo comunista Budapeste é a capital e a maior cidade da Hungria, e a sexta maior da União Europeia. Foi fundada em 17 de novembro de 1873 e localiza-se nas margens do Rio Danúbio. Seus habitantes chamam-se budapestinos.Budapeste tem 10 pontes, sendo a mais conhecida a Ponte das Correntes. Os edifícios mais característicos e importantes são o Castelo de Buda, o Parlamento, a Praça dos Heróis e o Teatro Nacional, divulgados nos mais conhecidos cartões-postais da cidade, que tem, como o turismo, uma fonte de rendimento de crescente importância.Aproximadamente um terço dos 250.000 judeus da cidade pereceu durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial. Budapeste foi muito danificada quando a cidade foi tomada pelo Exército Vermelho.

Chegando ao Marriot Hotel nos instalamos e saimos imediatamente para uma visita a cidade, conhecida como a pérola do Danúbio, dividida em duas partes: "Buda", à direita do Danúbio, onde se encontram o bairro antigo da cidade, as residências da alta sociedade e as embaixadas, e "Pest", à esquerda do Danúbio, onde estão localizados o centro comercial, os hotéis e restaurantes. A visita destacou o Bastião dos Pescadores e a Catedral de São Matias.

Budapeste, apesar de linda observamos alguns prédios e obras seculares que se acabaram no período comunista. Aqui faltava luz, água, etc. Os budapestinos agradecem a queda do Muro e do império soviético.

Foto tirada em frente ao nosso hotel, localizado em Peste, com a vista do Palácio real do outro lado, no alto, situado em Buda.Praça dos Herois, simbólica homenagem aos fundadores da nação. A colunata de 36 metros de altura existente na praça é um marco histórico de Budapeste. Nela estão representadas as figuras dos reis húngaros e outros vultos famosos das guerras de independência, além de estátuas representando a guerra, paz, conhecimento e glória. No topo da colunata está o anjo Gabriel. É uma praça bonita e muito freqüentada. Além do Museu de Belas Artes, que fica de um lado da praça, e a Galeria de Artes, no outro lado, é nessa praça que ficam localizadas as mais belas piscinas termais ao ar livre da cidade, onde homens de idade respeitável, jogam xadrez em tabuleiros de pedra, enquanto tomam banhos públicos nas piscinas do belíssimo complexo.Budapeste, Bastião dos Pescadores, que é um terraço panorâmico, com muitas escadas e caminhos de pedestres. Ele foi projetado e construído entre 1895 e 1902 e entre 1947-48, foi restaurado após a sua quase destruição durante a II Guerra Mundial. Suas sete torres representam as sete tribos Magyar que se estabeleceram na Bacia dos Cárpatos em 896. Estátua de bronze de Stephen I, da Hungria montado em um cavalo, erguido em 1906 entre a igreja Mathias e o Bastião dos Pescadores.  
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Nessa foto eu estava com as seis brasileiras que conhecemos e que nos acompanharam durante todo o percurso da excursão.

Originalmente batizada de Nossa Senhora de Buda, esta bela igreja coberta de telhas coloridas em alegres padrões é mais conhecida hoje pelo nome de Matias, o santo que também foi o mais famoso dos reis húngaros. Em meados do século XV, o Rei Matias a reconstruiu no local de uma igreja mais antiga (acredita-se que do século XI). Construída, destruída e reformada diversas vezes, a igreja de alguma forma reflete a turbulenta história da capital húngara, com batalhas, cercos, invasões e expulsões. Da obra de Matias, o Justo, a característica mais notável ainda em pé é a sua torre esguia. Muitos eventos importantes tomaram lugar nesta bela catedral, de coroações e casamentos reais a bombardeios. O interior é austero, com predominância de tons em vermelho e muitas obras de arte ali depositadas ao longo da história. 
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A foto a seguir foi tirada em Buda, no Bastião dos pescadores, pegando abaixo em Peste, o Rio Danubio e suas pontes, na primeira foto e o belíssimo Parlamento, na segunda foto.E o nosso primeiro vinho em Budapeste, por sinal, um vinho da região, de excelente qualidade.A noite saimos com o grupo. O passeio começou com um jantar em um restaurante de ambiente agradável, situado em uma colina de onde se desfrutava de uma bela vista panorâmica de Budapeste já iluminada. O jantar foi composto de pratos tipicos acompanhados do delicioso vinho local e um show folclórico do país. E na nossa mesa novamente as simpáticas curitibanas.
 
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Depois do jantar fomos levados para um barco para fazer um cruzeiro pelo Danubio com direito a uma taça de champagne e a uma bela vista dos palácios e monumentos iluminados. Realmente uma vista de tirar o fôlego. Pena que a máquina não ajudou muito...No dia seguinte, resolvemos bater perna por nossa conta e andamos o dia inteiro. A seguir fotos de alguns lugares que conhecemos em Peste, como a Basílica de São Estevão, a Opera, o Moulin Rouge e os lindos jardins.
 
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A tarde, prosseguimos com a caminhada, dessa vez até Buda, onde fomos novamente até o Bastião dos Pescadores.E no dia seguinte, logo depois do café da manhã saimos de Budapeste para Praga.

Pegamos então o caminho até a divisa da Austria passando por lindos campos onde a alguns anos atrás eram campos minados cheios de bombas, canhões, soldados e cães, devido a divisão do mundo capitalista e socialista. Nessa região praticamente três fronteiras: Austria, Hungria e Tchecoslováquia, sendo os dois últimos atrasados e dominados pelos russos.
No caminho para Praga passamos por Bratislava, capital da Eslováquia e fizemos uma parada para conhecê-la. Infelizmente só deu para conhecermos a cidade velha. A seguir algumas fotos, destacando-se a do castelo de Bratislava, uma das estruturas mais proeminentes da cidade, já que fica destacado no alto de uma colina.Até 1993 era a Tcheco-Eslováquia. Com o fim do regime comunista e a conseqüente onda de nacionalismo que varreu a Europa, o país dividiu-se em dois. Surgiram então as independentes República Tcheca e República Eslovaca. Com 427 mil habitantes Bratislava é a maior cidade do país. Está situada no centro da Europa e no sudoeste da Eslováquia. Sua localização junto às fronteiras da Áustria, no oeste e Hungria no sul faz que seja a única capital de um país no mundo cujas fronteiras são dois países. Está só a 62 quilômetros da fronteira com a República Checa e a só a 60 quilômetros de Viena. É atravessada pelo rio Danúbio e é a sede da presidência, do parlamento e do governo eslovacos. A cidade tem universidades, diversos museus, teatros e outras instituições culturais.

A cidade de Bratislava caracteriza-se por torres medievais e grandiosos edifícios do século XX. Nos últimos anos está sofrendo uma grande trasformação, tanto a nível de recuperação de edifícios, como na melhora das deterioradas infra-estruturas herdadas do antigo regime comunista.
Nesse momento lanchávamos em Bratislava. Nesse dia tomamos o café da manhã na Hungria, lanchamos na Eslováquia e jantamos na Republica Tcheca, ou seja, atravessamos 3 países em pouco menos de 6 horas. 
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E a tardinha chegamos a Praga e fomos levados para o Hotel Le Palais.

Praga, conhecida como A "cidade das cem cúpulas", é a capital e a maior cidade da República Checa. Localiza-se sobre colinas, em ambas as margens do rio Vltava, pouco antes de sua confluência com o rio Elba. Tem uma área de 496 km² e uma população em torno de 1.300.000 habitantes.

Em 31 de dezembro de 1992, com a dissolução dos laços que uniam checos e eslovacos numa federação única, Praga deixou de ser a capital da Checoslováquia e passou a ser capital da República Checa.

A capital checa possui um dos mais belos e conservados patrimônios arquitetônicos da Europa. Isso se deve principalmente ao fato de ela ter sofrido relativamente poucos danos durante as duas guerras mundiais. Monumentos, igrejas, ruas estreitas e prédios históricos contrastam com as modernas edificações da cidade.

Numerosos monumentos integram a paisagem urbana da capital, composta de lindas ruelas de traçado irregular que contrastam com os novos bairros residenciais, de arquitetura moderna. As partes históricas da cidade são preservadas como monumentos nacionais.

Muitos castelos, muitas igrejas, dentre elas a do Menino Jesus de Praga.

Dentre as numerosas pontes que atravessam o rio Vlatva está a famosa Ponte Carlos que liga a Cidade Velha ao Castelo de Praga.

Então, só deixamos a nossa bagagem no hotel e saimos com o nosso guia para um passeio opcional chamado "caminho real" que leva esse nome porque segue o caminho de cortejo da coroação dos reis até a Catedral de São Vito. Nesse passeio fomos premiados com as mais belas imagens da cidade já iluminada, descubrindo os lugares mais escondidos em uma viagem por 5 séculos de arquitetura e arte. Fomos levados de ônibus até o alto do bairro do castelo de onde pudemos ter a bela vista de toda a cidade iluminada e de onde começamos a nossa viagem pelo tempo. Na continuação do passeio nos dirigimos ao Bairro Pequeno para cruzar depois a famosa Ponte Carlos sobre o Rio Moldava, nos dirigindo então para a cidade velha. Chegando a praça da cidade velha, ponto culminantes do nosso passeio noturno, centro histórico da cidade. Terminando o passeio na Torre da Polvora nos dirigimos ao nosso ônibus que nos levou de volta para o hotel. A seguir algumas fotos desse belíssimo passeio. 
   
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No dia seguinte, logo cedo, depois do café da manhã saimos com o guia local para uma visita panorâmica da cidade, percorrendo os principais monumentos históricos tais como a Praça Venceslau, o Teatro Nacional e o bairro do Castelo de Praga, que já havíamos conhecido na noite anterior. Breve passeio a pé pela famosa praça da cidade antiga com seu relogio astronômico, a igreja da Virgem de Tyn e a famosa Ponte Carlos, que também já havíamos conhecido no nosso passeio da noite anterior. Segue mais algumas fotos desse passeio.Catedral de San Vito. 
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no interior da Catedral de San Vito 
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relógio astronômico.Igreja Gótica da Virgem de Tyn.
Nesse mesmo dia, à noite, fomos ao teatro ver uma versão moderna de Alice no País das Maravilhas. Na peça nada se fala mas se entende tudo pelo movimento e vôo dos personagens. É um teatro negro iluminado apenas por lanternas. Foi um lindo espetáculo.Depois do teatro, na Ponte Carlos, visão da parte alta da cidade.E no dia seguinte, resolvemos não fazer o passeio opcional para Karlovy Vary - uma cidade medieval e balneário - para poder curtir um pouco mais do centro de Praga. Aproveitamos também para conhecer a Igreja do Menino Jesus de Praga. E na hora do almoço experimentei a cerveja checa (maior consumo de cerveja do mundo) e me deliciei com uma das comidas típicas, o pato assado, que por sinal estava delicioso.Mais uma vez a linda Ponte Carlos, com suas estátuas.A linda Praça Venceslau.
E ainda a Praça Venceslau com o Teatro Nacional ao fundo.E voltamos para o hotel para arrumar as malas pois estaríamos partindo pra Berlim no dia seguinte, logo pela manhã.

E aqui começava a terceira e última parte da viagem, onde falarei especificamente sobre as cidades de Dresden e Berlim, Alemanha, cujas visitas ainda fizemos na companhia do guia espanhol, e Paris, França, cuja visita estaríamos fazendo por nossa conta, onde ficaríamos mais 02 dias antes de voltar para o Brasil.

No momento que saimos de Praga, parte do grupo que nos acompanhava desde Viena nos abandonou, pois nós seguiríamos direto para Berlim enquanto eles, antes de ir para Berlim, estariam passando pela Polônia.

Na ida para Berlim uma breve parada em Dresden, uma das mais belas cidades da Alemanha, situada as margens do Rio Elba e chamada de "Florença do Elba". Dresden é a capital do estado da Saxónia e tem cerca de 500 mil habitantes. É uma cidade independente, ou seja, possui estatuto de distrito .

Dresden tem uma longa história como capital e residência real dos Reis da Saxónia e é possuidora de séculos de extraordinária cultura e esplendor artístico.

O controverso bombardeamento de Dresden na Segunda Guerra Mundial em 1945 onde cerca de 35 mil pessoas morreram e quarenta anos de RDA mudaram a face da cidade dramaticamente.

Desde a reunificação Alemã, Dresden tem sido um importante centro cultural politico e económico na parte este da República Federal Alemã.

Em Dresden surgiu o segundo curso de Fisioterapia do mundo, em 1918, sendo o primeiro surgido na cidade de Kiel, também na Alemanha.

A seguir algumas fotos dessa bonita cidade, que ficou atrasada pelo domínio comunista até 1989, e que atualmente encontra-se toda em obras.
E a tardinha chegamos no Hotel Radisson Blue, em Berlim, em cujas instalações está instalado esse lindo aquário, o maior cilíndrico do mundo. 
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O AquaDom é um aquário cilíndrico de acrílico com 25 metros de altura que tem um elevador transparente em seu interior. O aquário foi inaugurado em dezembro de 2003, atingindo um custo de 12,8 milhões de euros. O cilindro de acrílico foi confeccionado no próprio local, com diâmetro de 11 metros e construído sobre uma base de concreto com altura de 9 metros. O cilindro contém 900.000 litros de água do mar, com 2.600 peixes de 56 diferentes espécies. A alimentação dos peixes e a limpeza do cilindro é feita diariamente por dois mergulhadores.

Como essa era a vista constante da nossa suíte, nem lembramos de pegar o elevador panorâmico para espiar os peixinhos mais de perto. Que pena...

Berlim é a capital e um dos 16 estados da Alemanha. Com uma população de 3,4 milhões dentro de limites da cidade, Berlim é a maior cidade do país, além de ser a segunda mais populosa cidade e a oitava mais populosa área urbana da União Européia.

Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade foi dividida; Berlim Oriental se tornou a capital da Alemanha Oriental, enquanto Berlim Ocidental se tornou um exclave da Alemanha Ocidental, cercada pelo muro de Berlim, entre os anos de 1961-1989, enquanto a cidade de Bonn tornou-se a capital da Alemanha Ocidental.

Após a reunificação alemã em 1990, a cidade recuperou o seu estatuto, como a capital da República Federal da Alemanha, sediando 147 embaixadas estrangeiras.

Berlim cujos arredores são cobertos de várias florestas e lagos,é um dos mais influentes centros de política, cultura e ciência européia.

Apesar do atraso notório durante o sistema comunista, modernas praças e prédios arrojados mudaram a cara da cidade. Berlim está moderníssima hoje, reconstruída que foi após a queda do muro e após a 2ª Gerra Mundial já que foi bombardeada e destruída em 95% de todos os seus monumentos e território.

Então, só chegamos no hotel, tomamos um banho e saimos para uma visita panorâmica pela cidade que nos remeteu literalmente ao passado, destacando-se a Universidade de Humboldt, a Ópera, o Museu de Pérgamo, o Portão de Brademburgo e a parte mais moderna da cidade. A seguir algumas fotos desse passeio.

Berlim, sua antiga e nova arquitetura A Berliner Fernsehturm  
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que é uma torre de televisão construída entre 1965 e 1969 pela República Democrática Alemã (RDA) que a usou como símbolo da Berlim governada pela RDA. A torre é facilmente visível de todo o centro e de alguns bairros de Berlim e continua a ser um símbolo da cidade. Tem 368 metros de altura, é aberta à visitação e dela se tem uma bela vista da cidade.

A Universidade de Humboldt que é a mais antiga universidade de Berlim, fundada em 1810.Prédio da Ópera O Portão de Brandemburgo que é um tipo de arco do triunfo, símbolo da cidade de Berlim. Sua construção foi ordenada pelo rei prussiano Frederico Guilherme II em 1789 e terminado em 1791. Era o portão mais ocidental da cidade. Hoje as portas que um dia separam Berlim e que foram atravessadas em desfile por tropas napoleónicas, revolucionárias e nazis, é o símbolo da prosperidade e unificação alemãA escultura de bronze que fica no topo foi roubada por Napoleão e levada a Paris e só retornou quando a Prússia derrotou Napoleão.Hoje, a praça em frente ao portão é palco de todas as principais comemorações em Berlim e pode ser seu ponto de partida.

O Memorial aos Judeus Mortos da Europa, também conhecido por Memorial do Holocausto que é um memorial para vítimas judias do Holocausto. Foi construído em cima do bunker do Hitler e com isso se pretendia enterrar a história...Consiste de uma área de 19.000 metros quadrados coberta com centenas de blocos de concreto que lembram tumbas. Disse-nos o guia que são 1711 blocos que correspondem ao nº de campos de concentração criados pelo Hitler. De acordo com o texto do projeto de Eisenman, os blocos são desenhados para produzir uma intranqüilidade, um clima de confusão e a escultura toda ajuda a representar um sistema supostamente ordenado e que perdeu o contato com a razão humana. A construção do memorial foi concluída em 15 de dezembro de 2004 e aberto ao público em 12 de maio de 2005. Está localizado a uma quadra ao sul do Portão de Brandemburgo, perto da Potsdamer Platz, numa distância que pode ser vista do parlamento federal alemão. O custo da construção foi aproximadamente de €25 milhões.

O Muro de Berlim foi uma barreira física, construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: República Federal da Alemanha (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos; e República Democrática Alemã (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.

A distinta e muito mais longa fronteira interna alemã demarcava a fronteira entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental. Ambas as fronteiras passaram a simbolizar a chamada "cortina de ferro" entre a Europa Ocidental e o Bloco de Leste.
Antes da construção do Muro, 3,5 milhões de alemães orientais tinham evitado as restrições de emigração do Leste e fugiram para a Alemanha Ocidental, muitos ao longo da fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Durante sua existência, entre 1961 e 1989, o Muro quase parou todos os movimentos de emigração e separou a Alemanha Oriental de Berlim Ocidental por mais de um quarto de século.

Durante uma onda revolucionária que varreu o Bloco de Leste, o governo da Alemanha Oriental anunciou em 9 de novembro de 1989, após várias semanas de distúrbios civis, que todos os cidadãos da RDA poderiam visitar a Alemanha Ocidental e Berlim Ocidental. Multidões de alemães orientais subiram e atravessaram o Muro, juntando-se aos alemães ocidentais do outro lado, em uma atmosfera de celebração. Ao longo das semanas seguintes, partes do Muro foram destruídas por um público eufórico e por caçadores de souvenirs, mais tarde, equipamentos industriais foram usado para remover quase todo da estrutura. A queda do Muro de Berlim, abriu o caminho para a reunificação alemã, que foi formalmente celebrada em 3 de outubro de 1990. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria. O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.Pedaço remanescente do muro, ao lado da quadra do terror, onde funcionava a antiga GestapoDepois da visita panorâmica com direito a uma bela aula de história ministrada pelo guia local, hora de molhar a palavra com um grande chopp para mim e um vinho para o maridão.
 
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E no dia seguinte, a aula continuava. Logo cedo, saimos do hotel com o guia local, para uma excursão opcional a Potsdam, que é uma cidade próxima de Berlim, também impregnada de história.

Então, saimos de ônibus, passamos pelo parlamento alemão, que fica aberto diariamente para todos que queiram visitá-lo, passamos pelo local onde vive e trabalha a primeira ministra alemã, Ângela Merkel, depois passamos pelo Palácio Presidencial, passamos pelo Estádio Olímpico (que foi constrúido a mando de Hitler para os jogos olímpicos de 1936 (que passou por uma reforma para receber a final da Copa do Mundo de 2006),andamos pela belíssima região de lagos e bosques de Berlim até um determinado local onde pegamos um barco.No percurso do barco, além da bela paisagem, passamos próximo da casa onde Hitler juntamente com o seu staff, em 1942, num episódio conhecido como Conferência de Wannsee, decidiram pela exterminação do povo judeu. A “Solução Final” é considerado um dos aspectos mais hediondos do Holocausto, resultado do pensamento nazista de que os judeus eram um problema na sociedade européia e por isto deveriam ser eliminados.

Posteriormente por essas casas ao longo do rio, moraram Stalin, Churchil e Truman quando estavam decidindo a divisão do mundo. Nessa divisão o muro de Berlim por aqui passou e as casas do lado esquerdo do rio ficaram sob o domínio comunista. Essas casas acabaram-se literalmente pois os oficiais comunistas que aqui moravam não tinham nenhum interesse em preservá-las. Estavam totalmente acabadas quando o muro caiu. Os comunistas então foram colocados para fora e as casas foram vendidas para a iniciativa privada que as reconstruiu. Segue fotos de algumas casas que passamos nesse lindo passeio de barco.No final do passeio de barco, a Ponte dos Espiões, assim denominada pela imprensa, que até hoje tem duas cores: de um lado verde escuro, pertencia a Alemanha Oriental, do outro lado, verde claro, pertencia a Alemanha Ocidental. A União Soviética e os Estados Unidos utilizaram essa ponte em três oportunidades (em 1962, 1985 e 1986) para realizar trocas de espiões capturados durante a Guerra Fria.

Pegamos o ônibus novamente que nos levou até a entrada do histórico Palácio Cecilienhof, local onde se celebrou a Conferência de Potsdam, entre 17 de Julho e 02 de Agosto de 1945, com a participação dos vitoriosos aliados da II Guerra Mundial, Churchil (Reino Unido), Truman (USA) e Stalin (URSS) que se juntaram para decidir como administrar a Alemanha, que se tinha rendido incondicionalmente nove semanas antes, no dia 08 de Maio. Depois de conhecermos a parte interna do referido castelo, os aposentos onde ficava Stalin, a sala da célebre reunião e os móveis daquela época, conhecemos também a parte externa do palácio com seus lindos jardins. Antes de prosseguirmos na nossa caminhada fizemos uma parada estratégica para um lanchinho, na companhia das simpáticas brasileiras.
E depois seguimos pelos maravilhosos jardins do Palácio Sanssouci
construído por iniciativa de Frederico II, O Grande, Rei da Prussia e considerado um dos conjuntos de arquitetura e jardins mais lindos da Europa. Sanssouci é frequentemente incluído na lista dos palácios alemães rivais do Palácio de Versalles. Embora Sanssouci ostente o mais íntimo estilo Rococó e seja muito menor que o seu oponente construído no estilo Barroco Francês, é notável pelos numerosos templos e outras construções de jardim do seu Parque como por exemplo a Casa do Dragão conforme foto a seguir.A vista dos jardins de Sanssouci a partir do palácio, permanece inalterado nos dias de hoje, ou seja, a vista é exatamente igual a que os nobres tinham no ano de 1900.
Depois desse belo passeio o guia deixou o grupo no hotel e saiu novamente comigo, o maridão e as seis brasileiras para visitar um campo de concentração, o Sachsenhausen, que fica ainda em Berlim, porém a 18 km da divisa da Polônia.

Nos portões de entrada da frente do Sachsenhausen, o slogan infame "Arbeit Macht Frei" que quer dizer "O trabalho faz você livre".Hoje se encontra em Sachsenhausen um monumento em memória ao prisioneiro e funciona um museu que expõe a realidade deste campo.Em Sachsenhausen está tudo documentado até os dias de hoje e preservaram pelo menos um barracão com tudo intacto. As fotos a seguir mostram alguns posters encontrados ao longo do muro que nos leva até os barracões mencionados.Sachsenhausen foi um campo de concentração que esteve ativo desde meados de 1936 a abril 1945. Note que a guerra começou em 1939. De agosto de 1945 até por volta de 1950 Sachsenhausen serviu como acampamento especial soviético. Foi a primeira de uma série de instalações construídas pelos nazis, para confinar ou liquidar em massa opositores políticos, judeus, ciganos, homossexuais, Testemunhas de Jeová, e, posteriormente, milhares de prisioneiros de guerra.

O campo de concentração começou a funcionar em 12 de Julho de 1936, quando a SS transferiu para lá 50 prisioneiros do campo de Esterwegen. Numa primeira fase, o campo de Sachsenhausen foi destinado principalmente a prisioneiros políticos. Veja na foto a seguir a cela individual ainda existente no referido campo de concentração, mas, em 1938 foram levados para lá milhares de judeus, a partir de 1940, milhares de polacos e desde 1941 milhares de militares soviéticos, 18 mil dos quais foram fuzilados.

Durante a segunda guerra mundial, Sachsenhausen se expandiu num sistema de trabalho forçado em 60 subcampos, concentrados ao redor das fábricas de armamentos, que utilizavam mão de obra gratuita dos prisioneiros, na região de Berlim. Os presos também foram sujeitos a experimentos médicos. Em Janeiro de 1945 havia mais de 65 mil prisioneiros em Sachsenhausen, incluindo mais de 13 mil mulheres, que eram obrigadas a se prostituir em troca da própria vida.

Antes de sua iminente derrota, os nazis ordenaram a transferência dos prisioneiros. Oficiais da SS dispararam contra todos aqueles incapazes de caminhar. As tropas soviéticas libertaram os sobreviventes em 2 de maio de 1945, perto da cidade de Schwerin. Com a ocupação de Berlim por parte das forças Soviéticas, Sachsenhausen tornou-se um campo de concentração soviético usado para repressão tanto da população civil como dos antigos militares nazis. Os arquivos registraram a entrada 140 mil prisioneiros durante o tempo de funcionamento do campo e reconheceram a execução de 30 mil prisioneiros, mas este número não inclui outros milhares de prisioneiros de guerra fuzilados.

Eram centenas de barracões,
cada um, com capacidade para 250 pessoas, conforme foto da placa colocada acima de cada quarto com um banheiro com 08 vasos sanitários para atender as necessidades de tanta gente (homens, mulheres, crianças, tudo misturado). Nas fotos a seguir as camas e mesas ainda existente em um dos barracões, que na verdade chegaram a abrigar 800 pessoas de cada vez.
Aproximadamente 200.000 pessoas passaram por entre 1936 e 1945. Destas umas 100.000 morreram de doença, desnutrição ou de pneumonia devido ao frio congelante. Muitos outros foram executados ou morreram como resultado de experimentação médica brutal.

O campo era seguro e poucas fugas foram bem sucedidas. O perímetro consistiu de três metros de um muro alto vigiados constantemente por guardas e cães, além das guaritas de observação a cada 150/200 metrose era limitado no interior por uma cerca elétrica
que estava dentro de uma determinada faixa para a qual era "proibido aos presos” ultrapassá-la. Portanto, qualquer prisioneiro que se aventurasse a ultrapassar essa faixa até a cerca, era fuzilado pelos guardas sem aviso prévio.

As 03 forcas, ainda existentes em Sachsenhausen.
O Paredão de fuzilamento.
O crematório.
A piscina de formol. Quando entramos nesse cômodo sentimos até um calafrio de tão gelado que é o local. Aqui ficavam amontoados, em piscinas de formol, centenas de corpos que eram autopsiados pelos alunos de Medicina. Agora se entende porque a Indústria Farmacêutica alemã evoluiu tanto...foram tantos experimentos nesses campos...
A homenagem aos mortos

Embora tenha sido um lugar de muito sofrimento e que ter entrado em Sachsenhausen tenha dado um nó na garganta de cada um de nós, valeu muitíssimo a pena tê-lo visitado.

Depois da visita ao Campo de Concentração o guia nos deixou no hotel onde só tomamos um banho e saimos para jantar no bairro judeu.

Na nossa volta para o hotel fotografamos a Kaiser-Wilhelm Gedachtniskircke, principal lembrança que Berlim preservou da segunda guerra. Construída no século 19, a igreja e suas torres eram o orgulho da cidade. Os aliados bombardearam a construção e uma torre ficou de pé, semidestruída.Como a nossa excursão tinha acabado no dia anterior e que ficaríamos mais 1 dia e meio em Berlim por nossa conta, compramos um ticket de 24 hs e ficamos circulando nos ônibus de city tour, pelos pontos turísticos principais, saltando e entrando nos pontos de nosso interesse.

Fomos então até o maior trecho do muro que é conhecido como a East Side Gallery, coberto por mais de 100 grafites nos seus 1.300 metros que margeiam o Rio Spree. Segue algumas fotos desses grafites:Depois fomos até o Mauermuseum Checkpoint Charlie que se tornou um símbolo da Guerra Fria, representando a separação do leste e oeste, e para alguns alemães orientais, uma estrada para a liberdade. De um lado uma foto de um soviético e de outro a foto de um americano.
E ao lado do Checkpoint Charlie, uma amostra dos carros que foram encontrados no lado oriental quando o muro caiu em 1989. Pois é, grande diferença entre o capitalismo e o comunismo...

Como iríamos para Paris no dia seguinte, tentamos comprar um bilhete para assistir a um concerto em Berlim. Infelizmente não conseguimos pois era o final de semana do Dia do Trabalho e estava tudo lotado. Nessa última noite, portanto, tivemos que nos contentar com um jantar numa Casa de Massa que ficava entre o Hotel e o Portão de Brademburgo, onde encontramos um monte de brasileiros trabalhando, inclusive o pizzaiolo que era de Domingos Martins-ES.

E na volta para o hotel passamos novamente pelo Portão de Brademburgo e também pela praça que ficava em frente a Universidade de Humboldt.
Em destaque a Igreja de Santa Hedwiges(cúpula verde), a igreja católica mais diferente que já visitamos em nossa vida. Observe que há pessoas no meio da praça olhando um símbolo existente no chão. Trata-se de uma biblioteca vazia que foi queimada por Hitler. E alguém, na época do episódio disse: "Aquele que queima livros, um dia queimará gente". E assim foi...A história nos mostrou claramente...

E voltamos para o hotel para organizar as malas pois estaríamos embarcando para Paris no dia seguinte.

Foram 04 dias maravilhosos os que passamos em Berlim e de lá saimos com a certeza de que logo voltaremos a visitar essa linda capital.


E no dia seguinte por volta das 17 hs já estávamos em Paris. Havíamos acabado de chegar de taxi ao Hotel Novotel Tour Eiffel onde só deixamos a bagagem e saimos para jantar.
E mais uma vez, ela, toda formosa na nossa frente: a Torre Eiffel, que é a maior atração turística de Paris, que é o país mais visitado em todo o mundo.

Após o jantar prosseguimos na nossa caminhada até a Champs Elysees e depois retornamos para o hotel. A seguir mais algumas fotos desse passeio.

O Arco do Triunfo que é um monumento, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.
E quando voltamos para o hotel, "ela", dessa vez, já iluminada.No dia seguinte compramos um bilhete válido por 24 horas para rodarmos nos ônibus de turismos pelos pontos turísticos de Paris, saltando e subindo sempre que desejávamos. Dessa forma, pudemos rever em Paris os pontos que mais nos interessavam.

Paris, sua linda arquitetura.Seus belos jardins. Paris, suas lindas pontes.O Centro Cultural e Museu de Arte Moderna Georges Pompidou, que é um dos principais exemplos da arquitetura high-tech, uma tendência dos anos 70 e que continua a ser explorada até hoje e se inspira na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. A arquitetura high tech utiliza os elementos tecnológicos como objetos estéticos. No Centro Pompidou, isto pode ser observado nas grandes tubulações aparentes (dutos de ar condicionado e outros serviços), nas escadas rolantes externas e no sistema estrutural em aço por sua semelhança aos sistemas industriais.O Centro Pompidou é um dos mais visitados de Paris. Na biblioteca do centro há uma vasta coleção de livros, acesso gratuito à internet, jornais e revistas de todas as partes do mundo e televisões com canais internacionais.A igreja do Sacré Coeur no bairro de Montmartre.A Praça de La Concordia que situa-se ao pé da Avenida dos Campos Elísios (Champs-Élysées) e é a maior praça da capital francesa, uma das mais famosas e palco de importantes acontecimentos da História da França.A Praça da Bastilha que ficou famosa por ter sido o palco do evento histórico conhecido como a Queda da Bastilha, em 14 de Julho de 1789 e que está entre os fatos mais importantes do início da Revolução Francesa.A Catedral de Notre DameO interior da catedral
Era a nossa quarta vez em Paris e não conhecíamos ainda a Ópera e o Museu do Louvre, resolvemos então conhecê-los.

A Ópera Garnier ou Palais Garnier é uma casa de ópera cujo edifício é considerado uma das obras-primas da arquitetura de seu tempo. Desse lado do prédio, a Academia Nacional de Música, e do outro lado do prédio, a entrada do teatro.Construído em estilo neobarroco, é o 13º teatro a hospedar a Ópera de Paris, desde sua fundação por Luís XIV, em 1669. Sua capacidade é de 1979 espectadores sentados.O palácio era comumente chamado apenas de Ópera de Paris, mas, após a inauguração da Ópera da Bastilha, em 1989, passou a ser chamado Ópera Garnier.

O majestoso edifício tem área total de 11.000 m² e o imenso palco pode acomodar até 450 artistas. O estilo é monumental. O prédio é ornamentado e ricamente decorado, com frisos de mármore multicolorido, colunas e muitas estátuas. O interior é também muito rico, com veludos, superfícies folheadas a ouro, querubins e ninfas. O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas, e uma segunda pintura do teto foi feita em 1964 por Marc Chagall.Diz a lenda que a imperatriz Eugénia de Montijo perguntou a Garnier se o palácio seria em estilo grego ou romano, ao que o arquiteto teria respondido: "Ele é no estilo Napoleão III, Madame!". A seguir mais algumas fotos que tiramos dentro desse lindo palácio.fotos externas tiradas de dentro da Opera.
Depois da visita à Ópera, hora de molhar a palavra degustando um bom vinho nacional.E por mais repetitivo que seja, "ela", novamente, na hora que estávamos retornando para o hotel.
E no dia seguinte fomos direto para a nossa visita ao Louvre.

O Museu do Louvre instalado no Palácio do Louvre é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Eixo histórico.

É onde se encontra a Mona Lisa, a Vénus de Milo, a Vitória de Samotrácia,enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas.

O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O Louvre, gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux é sem dúvida o museu mais visitado do mundo.

A seguir mais algumas fotos que tiramos nessa visita:fotos externas tiradas de dentro do Louvre
E aqui já estávamos novamente no lado de fora do museu, nos dirigindo a pé, para o hotel, onde pegaríamos a nossa bagagem para irmos para o aeroporto.



Embora tenha sido a nossa quarta vez em Paris, essa linda capital continua tendo o lugar nas nossas preferências. Por isso, tenho certeza, se Deus nos permitir, logo voltaremos a visitá-la.