Então o Paulo e eu resolvemos fechar um pacote com a JMG Viagens onde faríamos um percurso terrestre pelo oeste Canadense, navegariamos 7 dias pelo Alasca e retornaríamos ao Canadá onde ficaríamos mais 4 dias na Ilha de Victoria.
E foi no dia 08/09/17 que iniciamos a nossa linda viagem de 22 dias, que nos levou a admirar majestosas vistas panorâmicas desse belo país que é o Canadá e depois do Alasca, que é um dos 50 estados dos Estados Unidos, sendo o maior em extensão territorial.
Nessa viagem conhecemos no Canadá as cidades de Calgary, Banff, Jasper, Kamloops, Vancouver e Victoria e no Alasca conhecemos Juneau, Skagway e Ketchikan.
E como a intenção era eu conhecer a região das Montanhas Rochosas, após um voô de 12 horas chegamos a Calgary, onde ficamos 3 dias no International Hotel.
Calgary é a maior cidade da província canadense de Alberta. A cidade está localizada na confluência do rio Bow e do rio Elbow, na região sul da província, a cerca de 80 quilômetros a leste das Montanhas Rochosas canadenses e a 300 km da fronteira com os Estados Unidos.
Fundada em 1875, Calgary é atualmente um centro financeiro e comercial e em 2017 foi classificada pela Economist a quinta melhor cidade do mundo para se viver e a terceira melhor cidade do Canadá, atrás somente de Vancouver e Toronto.
Ao chegarmos ao Hotel tomamos um banho e saimos para explorar esse belo local que nos surpreendeu por ser uma cidade bem moderna, conforme pode ser visto nas fotos a seguir.Dia seguinte fizemos uma bela caminhada nos arredores do Hotel visitando a Prince´s Island, que é um parque que se tornou um refúgio para os moradores e turistas da cidade que procuram um lugar para caminhar, pedalar, descansar, fazer piqueniques e tomar sol durante o verão. É muito bonito o local...
Voltamos para o centro da cidade, que a todo momento nos surpreendia com algumas obras de arte a céu aberto.
E pisamos no chão de vidro da torre, a 191 metros de altura. Pisar nesse chão de vidro dá mesmo um friozinho na barriga....a princípio, preferi ficar sentada no chão e adorei o efeito da foto, parece que estou pendurada no parapeito da janela.
Assim que construíram essa torre, levaram um cavalo com o Cavaleiro lá em cima, para uma experiência.... quando o Cavaleiro sentou no chão de vidro, como eu me sentei, o cavalo olhou para baixo e teve diarreia, rsrs.
No dia seguinte começou o nosso tour de 05 dias, que compramos ainda no Brasil, com um grupo da Abreu...
Embora tivéssemos chegado 2 dias antes e já havíamos rodado bastante pela cidade, o Paulo e eu saímos do Hotel junto com o grupo e fizemos, então, uma breve visita à cidade de Calgary.
E depois viajamos 131 km entre as cidades de Calgary e o Parque Nacional de Banff, que se situa num magnífico enclave, contornado pelas Montanhas Rochosas, formando um anel majestoso.
E pelo caminho afora, quilômetros e quilômetros de lindas e extensas fazendas. Detalhe para os rolos de fenos devidamente organizados para serem utilizados no próximo inverno...
Já em Banff, ficamos encantados com as majestosas construções.
A charmosa cidade tem um centro para lá de especial, com lojinhas e restaurantes, além de uma vista privilegiadíssima.
Aqui estávamos na Bow Falls, que são as quedas d'água do Bow River, não muito altas, mas muito bonitas e famosas, ficam a uma curta distância do centrinho da cidade, nas proximidades do Fairmont Spring Banff, um hotel icônico da região.
As quedas d'água são bonitas e possuem água azulada ou esverdeada, a depender do tempo e do sol. O lugar realmente vale a visita e é um exemplo de como Banff está integrada à natureza.
Depois fizemos um passeio de teleférico-gôndola até acima da Montanha Sulforosa, de onde tivemos uma vista panorâmica fantástica da região.
Depois seguimos para um belo passeio em Johnston Canyon, que é um destino popular em Banff, graças à beleza e ao fácil acesso. Lá andamos em uma trilha suspensa de 2,7 quilômetros e admiramos as cachoeiras e as incríveis falésias, ao longo de uma passarela de aço construída ao lado das paredes íngremes do desfiladeiro.
No dia seguinte, depois de pernoitarmos no Caribou Lodge em Banff, saimos para conhecer os belíssimos lagos da região.
Iniciamos a nossa visita com o deslumbrante Lago Morraine,
que é um dos cenários mais fotografados do Canadá. Conhecido como A "vista de vinte dólares", já que teve a imagem estampada no verso da nota de 20 dólares. Compreende o lago turquesa e dez montanhas ao redor.
A cena de picos escarpados nevados e a água transparente rodeada por árvores coníferas é perfeita para um cartão-postal. As cercanias do lago possui trilhas de caminhada e canoas para aluguel.
O Lago fica a 14 quilômetros de distância do Lago Louise e cerca de uma hora de carro a oeste de Banff. Partindo do estacionamento, uma caminhada curta de no máximo 300 metros subindo uma colina rochosa leva a uma plataforma de observação.
O magnífico azul do lago glacial provém dos minerais da água que desce das montanhas ao redor. O Vale dos Dez Picos tem a terceira montanha mais alta das Rochosas Canadenses.
São vários quilômetros de trilhas de caminhadas em torno do lago. Fazer caminhada pode ser perigoso, pois é frequente a presença de ursos na área.
Depois seguimos para o Lago Louise que é considerado um dos lugares mais espetaculares do mundo com suas águas azul-turquesa e sua magnífica vista da Geleira Victoria ao fundo.
A cor esmeralda da água vem de partículas de rochas conduzidas ao lago por águas derretidas das geleiras que sobrelevam o lago.
O plano de fundo do Lago Louise está cheio de montanhas cobertas de neve. O vilarejo tem uma pequeno local de comércio chamado Samson Mall que contém um centro de informação, uma mercearia, uma padaria, uma loja de equipamentos esportivos e estabelecimentos de refeição rápida, bem como, o icônico Hotel Chateau Lake Louise, da Rede Fairmont.
Aqui também são vários quilômetros de trilhas de caminhadas em torno do lago.
Depois tivemos acesso ao Parque Nacional Yoho onde conhecemos o Lago Esmeralda.
Depois de tamanha overdose de beleza, regressamos cansados e felizes para mais um pernoite em Banff.
Dia seguinte acordamos cedo pois teríamos 288 km a percorrer, rumo à Jasper. O caminho nos permitiu desfrutar de uma vista espetacular dos círculos e geleiras das montanhas. Durante o percurso, vimos a Geleira Pata de Corvo e os lagos Bow e Peyto.
Pelo caminho tivemos oportunidade de ver a neve enfeitando ainda mais a nossa paisagem.
Entramos então no Parque Nacional de Jasper, uma das maiores acumulações de gelo e neve ao sul do Polo Ártico, que é formado por 8 geleiras, sendo a mais impressionante, a Geleira Athabaska, onde fizemos um passeio de Snowcoach.
Visitamos o lago-geleira Maligne, declarado como Patrimônio da Humanidade e prosseguimos a nossa viagem sempre tendo paisagens maravilhosas pelo caminho.
E fizemos mais uma parada para conhecer o Vale de Kicking Horse River.
E depois seguimos para o nosso pernoite em Jasper, no Hotel Best Western Jasper Inn & Suites pois no dia seguinte teríamos mais 443 km até a nossa próxima parada que seria Kamloops.
Depois de tomarmos o nosso café da manhã pegamos o ônibus para continuar o nosso roteiro, adentrando os territórios da Colômbia Britânica.
E logo na saída de Jasper encontramos vários caribus tumultuando o trânsito....
Ao longo da viagem passamos ao pé do Monte Robson, a montanha mais alta das Rochosas (3.954m).
Aqui aproveitamos para fotografar todo o grupo da Abreu, com quem estávamos viajando.
E estava na hora das comprinhas do neto, não é mesmo Paulo ???
E continuamos o caminho até chegar a Kamloops que é uma das cidades mais cálidas do Canadá, situada no confluente dos rios Thompson Norte e Sul.Nessa pequena cidade tivemos o primeiro contato com os ursos, ao fazermos o Blue River Safari.
E depois, em terra firme ainda no pequeno povoado.
E depois pegamos a estrada novamente, fazendo sempre algumas paradas interessantes pelo caminho.
Aqui o nosso motorista Joe, muito proativo por sinal, resolveu nos levar até um outro belo local, que também era desconhecido da nossa guia Joelle. A dica valeu a pena !!!
Exaustos, porém felizes, nos dirigimos ao Best Western Plus, de Kamloops, para um merecido descanso já que no dia seguinte teríamos mais 352 km a percorrer até Vancouver.
Então após o café da manhã saímos em direção à cidade de Vancouver por uma área de cultivo e ranchos, apesar da pouca pluviosidade.
Entramos na área de Cariboo, famosa pelas primeiras colônias dos pesquisadores de ouro. Seguimos em direção ao Rio Fraser até Hope, descendo através de vastos vales até a cidade cosmopolita de Vancouver.
E chegamos à Vancouver, que é uma cidade portuária costeira do oeste Canadense, localizada na província da Colúmbia Britânica. É a cidade mais populosa da província e oitava mais populosa do Canadá.
É constantemente classificada como uma das cidades com maior qualidade de vida do mundo e está entre as cinco melhores cidades do mundo para se viver.
Na nossa chegada em Vancouver, percorremos o Stanley Park, que é um parque de 404.9 hectares, sendo o maior parque urbano no Canadá e terceiro maior na América do Norte.
O parque atrai cerca de 8 milhões de visitantes cada ano, incluindo locais e turistas, que vem pelos seus atributos naturais entre outras coisas. Uma muralha marítima de 8.8 km rodeia o parque, que é usado por 2.5 milhões de pedestres, ciclistas e patinadores-em-linha cada ano.
Muito do parque permanece florestado com cerca de 0,5 milhão de árvores que podem ter até 76 metros e centenas de anos de vida. Há cerca de 200 km de estradas e caminhos no parque, que são patrulhados pelo Departamento Policial de Vancouver.
Depois participamos do último almoço com o grupo, já que ao chegarmos ao Delta Vancouver Hotel & Suites, nos desligaríamos da Abreu, bem como de todas as facilidades proporcionadas pelo tour.
Então fizemos uma visita panorâmica da cidade mais importante do oeste canadense que se caracteriza pelo contraste entre o mar, as montanhas e sua moderna arquitetura, o bairro histórico de Gastown, onde almoçamos e o centro financeiro-comercial.
Passamos pelo bairro Chinês, bem como caminhamos até o Mercado de Vancouver.
E no final do dia chegamos ao hotel em Vancouver, onde ficamos de sexta a segunda-feira, quando se iniciaria o cruzeiro que faríamos para o Alasca.
Dia seguinte, portanto, vida própria novamente, ou seja, Paulo e eu sozinhos para fazer o que bem entendêssemos...
E resolvemos fazer um hop-on-hop-off, com calma, parando nos locais de nossos interesses.
Como é bom estar tão longe de casa, passear e se sentir seguro...saudades da falta de segurança do Brasil ??? Nem pensar...
E já era tarde da noite quando voltamos para o hotel para um merecido descanso.
No dia seguinte, novamente totalmente livres, permanecemos nos arredores...
E para fechar com chave de ouro a nossa estadia em Vancouver, aceitamos a sugestão da guia Joelle para fazer uma das atrações imperdíveis de Vancouver, que é o FlyOver, cinema que simula um vôo virtual por todo o Canadá. Essa viagem virtual nos dá a sensação incrível de estar sobrevoando paisagens de tirar o fôlego.
Com cadeiras especiais que se movem de acordo com o filme, o vôo nos proporciona a experiência completa, podendo sentir aromas, ventos e partículas de água. A experiência toda dura por volta de 25 minutos depois de assistir, em uma sala menor, um breve vídeo sobre a história e cultura do Canadá.
Ainda maravilhados com a experiência do FlyOver, continuamos passeando pelo centro da cidade e finalizamos a noite tomando um bom vinho e comendo uma boa massa num restaurante próximo.
E a segunda-feira chegou trazendo a grande ansiedade de mais um embarque.
Saímos, então do Hotel em Vancouver e fomos para o Porto onde embarcamos no
para uma linda viagem de 7 dias, conforme pode ser visto na programação a seguir:
E aqui tínhamos acabado de embarcar...
Seguem abaixo fotos de alguns ambientes do navio.
E assim foi o nosso primeiro jantar.
No dia seguinte, dia todo de navegação, pela Passagem Interior, que abriga diversos animais selvagens (orcas, cabritos monteses, águias-de-cabeça-branca, ursos, papagaios-do-mar, lontras marinhas, etc) mas os astros da área são as baleias-jubarte que se alimentam aqui durante todo o verão, fazendo incríveis acrobacias... Imagine animais de 40 toneladas se arremessando no ar, saindo quase completamente da água. Se tiver sorte, poderá ver as baleias nadando juntas para criar uma rede de bolhas, pegando os peixes na armadilha e comendo-os com suas bocas gigantes.
Infelizmente era Primavera e não vimos as baleias...
Na quarta-feira, dia 20/09, atracamos no nosso primeiro porto, na cidade de Juneau, que é a capital do Alasca e 3º maior município dos Estados Unidos em área.
Aqui ainda no navio, aguardávamos a liberação da guarda portuária para o nosso desembarque na ilha.
...e após 48 hs de navegação, finalmente estávamos novamente em terra firme.
Conforme censo de 2010, a cidade de Juneau tinha uma população de 31.275 habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa do Alasca.
A cidade é bastante incomum entre as capitais dos Estados Unidos, já que não existem estradas que ligam Juneau para o resto do Alasca ou do resto da América do Norte (somente serviço de balsa disponível para carros).
Juneau tem um clima marítimo, mais suave do que o normal para sua latitude, devido à influência do Oceano Pacífico. Os invernos são úmidos, mas não são tão frios para os padrões do Alasca, com temperatura média anual de 5°C.
Juneau está próxima da fronteira com o oeste do Canadá, porém os acessos são difíceis em meio à ilhas completamente montanhosas impedindo a comercialização de produtos. Vivem basicamente do turismo e da pesca.
Apesar do centro estar ao nível do mar, a cidade é rodeada por montanhas íngremes de até 1.200 m de altura, onde se encontra o campo de gelo Juneau, de onde descem várias geleiras, entre elas: A geleira de Mendenhall para onde seguimos, conforme fotos a seguir.
O glacier está cada vez menor e comparado com os da Patagônia, em tamanho e beleza, deixou muito a desejar.
Depois desse passeio fomos levados até o porto onde embarcamos num catamaran que nos levou para ver alguns leões marinhos e algumas baleias.






E voltamos pro navio onde ainda apreciamos a saída do porto e depois nos aprontamos para a festa do comandante.
Dia seguinte novo porto a ser visitado, dessa vez Skagway, que está localizada no extremo norte Passagem Interior. O nome da cidade é em razão do rio que a corta, o Rio Skagway, que significa "terra do vento forte". É a única cidade da região que dá acesso ao Canadá por terra, onde foram descobertas grandes quantidades de ouro no final do século XIX e para onde milhares de pessoas migraram em busca de fortuna, resultando na histórica Corrida do Ouro de 1898.
A população de Skagway não chega a 1000 habitantes, porém no verão chega a dobrar, pois muitos viajam em trailers e montam base por lá. O que alimenta a cidade é basicamente o turismo, principalmente dos cruzeiros nos meses de maio a setembro.
Como o nosso passeio seria apenas na parte da tarde, onde faríamos um passeio de trem, descemos do navio e nos encantamos com a cidade que é pequena e adorável. Possui um estilo country que lembra o velho-oeste. A cidadezinha é muito charmosa e parece que estamos entrando em um filme de faroeste. Literalmente nos sentimos personagens de um gibi...
A avenida principal, que atravessa a cidade, é cheia de prédios e casas de madeiras pintadas em mil cores, que foram restauradas, de modo que a cidade conservasse a aparência que tinha nos tempos da corrida pelo ouro. O povo é muito hospitaleiro e carismático.
Em Skagway, no inverno, cuja temperatura chega a -25°C, todas as lojas se fecham e os lojistas retornam para as cidades onde realmente vivem.
Depois de passearmos bastante pela linda cidadezinha, no final da manhã voltamos ao navio para almoçar e a tarde retornamos para fazer o passeio turístico principal da cidade, que é o passeio de trem no White Pass, pela estrada de ferro construída em 1898, um grande feito para a engenharia da época e preservada até os dias atuais. Preferimos ir de ônibus e retornar no trem que nos levou a percorrer o percurso original
que sai de perto do porto e percorre 32 km com vistas deslumbrantes, subindo cerca de 1.000 metros de altitude.
Aqui estávamos na divisa do Canadá com Alasca onde numa temperatura baixíssima, fizemos questão de descer do ônibus para imortalizar o momento...
E logo depois de passarmos pela fronteira chegamos ao ponto máximo de 1000 metros de altitude, onde deixamos o ônibus e embarcamos no trem que nos levou de volta até o Porto.
E assim começava a viagem de trem que nos presenteou com belíssimas paisagens.
Dia seguinte mais um dia inteiro de navegação, dessa vez, pelas águas calmas da costa do Alasca para que pudéssemos apreciar a linda paisagem do Glacier Bay.
Em poucas horas, os decks, janelas, sacadas, estavam lotadas de passageiros, ansiosos pela vista, que realmente era de tirar o fôlego. Tinha hora que tínhamos a impressão de estar literalmente parados, face a baixíssima velocidade do navio.
Cobrindo 3,3 milhões de hectares de montanhas, geleiras, florestas temperadas, costas selvagens e profundos Fiordes, Glacier Bay National Park é um dos destaques da Inside Passage do Alasca. Faz parte de um Patrimônio Mundial de 25 milhões de hectares, um dos maiores do mundo de áreas protegidas selvagens.
Glacier Bay National Park inclui inúmeras geleiras e uma faixa de terra diversificada e a sua orla abriga uma fauna marinha e terrestre indescritível. Orcas, baleias jubartes, leões marinhos, são alguns exemplos do que se costuma ver neste lugar.
Este passeio dura o dia todo e para quem gosta de bichos e paisagem, ele é realmente maravilhoso.
Como estava muito frio na sacada resolvemos entrar e esticar um pouco as pernas pelo lindo ambiente interno do navio.
E como as sacadas externas do navio continuavam bastante cheias resolvemos ir para nossa cabine tomar um champagne.
E na nossa varanda continuava o desfile de paisagens maravilhosas.
Quando chegou nas principais geleiras, o navio se posicionou ao centro delas, parou os motores e deu uma volta de 360 graus, possibilitando que todos apreciassem a vista fantástica, de qualquer local em que se estivesse...
Dia seguinte cedo mais um porto a ser visitado, dessa vez Ketchikan, capital mundial do salmão.
A principal atração da cidade é realmente o salmão, que pode ser visto pulando nos riachos e subindo para desovar, entre final de agosto e meio de setembro. É incrível a luta deles contra a correnteza !!!
A cidade é referência em inúmeros documentários sobre o peixe e, como era de se esperar, o salmão é farto e fresco por toda cidade.
Antes de pegarmos o ônibus que nos levaria para ver os ursos, saímos às compras no pequeno povoado.
Em Ketchikan, cidade de 9.000 habitantes, optamos por fazer um passeio no
E posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que essa foi a cereja do bolo...Ver os ursos na floresta, fazendo suas próprias pescarias e saboreando os salmões que são muitos, de cima de passarelas, a uma distância de 3 metros, NÃO TEM PREÇO !!!
Os bichos são enormes e impressiona o tamanho das suas patas...
E à noite, novamente no navio.
Aqui eu voltava pra nossa cabine... Caminhamos muito por esses longos corredores...
E no dia seguinte,mais um dia completo de navegação pela Passagem Interior. Aproveitamos o dia para fazer as malas e depois saimos para o nosso último jantar no navio.
E para finalizar a parte do cruzeiro seguem abaixo fotos dos bichinhos que o camareiro deixava todas as noites em nossa cabine.
De volta ao Porto do Canadá, pegamos um transfer que nos aguardava, que nos levou até o Terminal de Tsawwassen, para pegar o ferryboat, confortável barco/balsa equipado com internet, espaço para trabalhar com mesas para laptops, restaurante, cafeteria e loja de conveniência, da Companhia BC Ferries, com o qual cruza-se o Estreito de Georgia até chegar à Ilha de Victoria.
A seguir fotos da travessia.
Após uma travessia de pouco menos de 2 horas, a balsa chegou em Swartz Bay, na cidade de Sidney de onde seguimos novamente de carro, por mais 1 hora até Victoria.
E chegando na cidade, a paixão foi imediata...
E chegamos ao Grand Pacific Hotel, onde nos hospedamos, ao lado do Parlamento, em frente ao terminal aquaviário, onde o transfer nos deixou depois de pagarmos quase 600 dolares ao motorista...
Fundada em 1843, Victoria é cidade mais antiga do Canadá. Antes de ser uma cidade canadense, Victoria fazia parte de um território disputado entre a coroa Inglesa e a Hudson’s Bay Company, empresa mineradora que detinha grande parte das terras da região. Com a fundação do Canadá em 1867, a cidade passou a ser capital de Colúmbia Britânica, título que mantém até os dias de hoje.
Victoria foi durante o primeiro século de existência a maior e principal cidade do oeste do Canadá. Atualmente Vancouver ocupa o posto de maior cidade da região, com cerca de 600 mil habitantes. Mesmo assim, Victoria com seus 70 mil habitantes ainda concentra o poder político da província.
A diferença entre Vancouver e Victoria não está somente na população, mas também na arquitetura e urbanismo. Enquanto Vancouver cresceu verticalmente nas últimas décadas, com seus modernos arranha-céus, Victoria manteve mais seu estilo original, de prédios mais baixos e arquitetura da época vitoriana.
Só deixamos a bagagem no hotel e saimos para fazer um reconhecimento de área nessa linda e encantadora cidade.
E como não se apaixonar por um lugar desses ??? Voltamos ao hotel, tomamos um banho e saimos novamente pra rua...
Se de dia a cidade é linda, à noite ela é exuberante...parece até um lindo postal de natal...
No dia seguinte, após o café da manhã, como de hábito em lugares que não conhecemos costumamos pegar um hop-on-hop-off, para fazer uma visita panorâmica da cidade. Foi aí que identificamos alguns lugares que já tínhamos visto no dia anterior tais como, as áreas do mercado e do Bastião, o Parlamento e o famoso e tradicional Hotel Empress e outros lugares como o Museu Real, o Museu de Cera e o porto esportivo.
Conhecemos também a imponente Catedral de Christ Church,
considerada uma das maiores igrejas do Canadá. Localizada há poucas quadras no lado de trás do Parlamento, a catedral possui estrutura toda em pedra e arquitetura em estilo gótico. No interior, o detalhe que mais impressiona é o elevado vão entre o chão e o teto da igreja, iluminado por grandes vitrais.
E continuava o passeio...
Victoria também tem diversos atrativos naturais próximas ao centro da cidade. Caminhando pouco mais de 15 minutos a partir do Parlamento, há uma praia que fica em frente ao Beacon Park. Além de ter uma das vistas mais bonitas da cidade, a praia marca o ponto de início da Trans Canada Highway – principal estrada do Canadá, que cruza o país de Leste a Oeste.
Ainda no hop-on-hop-off
E continuando o hop-on-hop-off voltamos para o centro, saltando no Hotel Empress,
localizado próximo ao Parlamento, onde aproveitamos para caminhar pelo seu belo jardim. Esse hotel, construído no início do século passado, conta com mais de 450 quartos, muitos deles já frequentados por artistas, celebridades e membros da família real britânica.
Linda escultura no centro comercial da cidade.
Depois continuamos a caminhada até a região de Chinatown, área que conta com diversas lojinhas e restaurantes.
O esplêndido Portão de Interesse Harmônico, com cama de leão, marca a entrada da pequena Chinatown em Victoria, BC, a mais antiga do Canadá e a segunda mais antiga da América do Norte, depois de Chinatown em São Francisco. A história da Chinatown remonta a meados do século XIX com o influxo maciço de mineiros de ouro da Califórnia para o que é agora o Columbia Britânica em 1858.
Chinatown revitalizado de Victoria continua a ser um lugar ativo para os chineses-canadenses e é um destino popular tanto para os residentes locais como para os visitantes. Uma vez que um gueto para os recém-chegados, Chinatown é agora uma área de patrimônio, uma comunidade comercial vibrante e uma parte intrigante do passado e presente de Victoria.
E passamos pelo Fan Tan Alley,
uma passagem de 200 metros de extensão por 1,5 metro de largura, conhecida por ser a rua mais estreita do Canadá.
Na parte da tarde resolvemos fazer uma caminhada até o
que é um lugar exclusivo com quiosques de comida, lojas exclusivas e aventuras ecológicas no coração do porto, onde se compra frutos do mar frescos dos barcos, se assiste enquanto as embarcações de pesca descarregam suas mercadorias e se vê navios de recreio amarrados e casas flutuantes. Impressiona a estrutura do local, cf fotos a seguir.
Aqui já voltávamos para o hotel.
E chegando ao hotel, resolvemos visitar de uma vez, o prédio do Parlamento de Colúmbia Britânica,
que é a construção mais famosa da cidade, e que ficava ao lado do nosso hotel.
Com mais de 100 anos de existência, o Parlamento possui estilo imponente e dimensões que chamam a atenção dos turistas sendo que somente sua fachada tem 150 metros de extensão.
Belo por fora,
e também belíssimo por dentro...
E no final do dia, cansados e felizes voltamos a fotografar essa linda paisagem.
E no nosso último dia em Victoria deixamos para visitar os Jardins de Butchart,que ficam em Brentwood Bay.
Os jardins são uma atracão turística internacionalmente conhecida que recebem centenas de milhares de visitantes por ano.
Entretenimento e serviço alimentar de alta qualidade complementam os meticulosamente mantidos jardins.
O local oferece completa infra-estrutura para os visitantes poderem passar todo o dia a contemplar a beleza das flores e espécies vegetais ali existentes.
São mais de 700 espécies e mais de um milhão de plantas que florescem durante todo o ano.
Realmente um belíssimo passeio !!!
Com essa overdose de beleza chegamos ao hotel, tomamos um banho e fomos jantar num restaurante que havíamos descoberto ao lado do hotel.
E na volta para o hotel, precisamos arrumar as malas pois no dia seguinte voltaríamos para o Brasil.
E já no Aeroporto, aguardando o nosso vôo que nos traria de Victoria, no Canadá para Vitória no Espírito Santo.
E assim terminou mais uma bela viagem que se Deus quiser, voltaremos a fazer, pelo menos parte dela, de preferência num mês de outubro, já que dessa vez, na viagem feita em setembro, não conseguimos ver a tão esperada coloração das árvores...
















































































































































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