No dia seguinte, na própria estrutura do nosso hotel, pegamos um barco para conhecer o Ariau Amazon Towwers, hotel de selva. São duas horas navegando pelo Rio Negro.
O complexo tem 9 quilômetros de passarelas, sempre por cima do Rio Negro e Rio Ariau. São aprox. 400 aposentos, todos com conforto, ar condicionado, etc. e em plena floresta.
O complexo era uma área de lazer e pesca de uma pessoa que foi aconselhada por um amigo chamado Jacques Cousteau a fazer o complexo e conservar a área. E assim, para nossa alegria, surgiu o Ariaú. Neste complexo hoteleiro foi gravado parte de um filme chamado "Anaconda", que conta a história de uma cobra gigantesca.Ariau Hotel, suas pontes e passarelas, o tronco de uma Samauma, árvore nativa da Amazônia, e a casa em homenagem a Jacques Cousteau.
Ariaú Hotel, as casas em cima das árvores, as lindas e numerosas vitórias-régias.
E na volta para o nosso hotel, ficamos horas apreciando os barcos lotados que saiam de Manaus para Parintins numa viagem aprox. de 20 horas de duração.
Pôr-do-sol visto da piscina do Tropical Business, flat construído dentro do próprio complexo do Hotel Tropical.
E mais uma vez em Parintins. Aqui, literalmente, esquece-se do mundo durante 4 ou 5 dias. É para ser feliz, principalmente por que aqui tem o Garantido, boi lindo e vermelho e o boi contrário, o azul.
Parintins - assim fica a ilha nos dias do festival.
E na Pousada onde ficamos, conhecemos seis catarinenses. Nessa hora rolava um churrasco.
Parintins - Dona Maria, madrinha do Garantido e sua casa toda decorada de vermelho e branco.
Parintins - passeio de barco que fizemos para Serra de Parintins, divisa com o Pará. Foram quase 3 horas de barco descendo o Rio Amazonas. Detalhe de casas ribeirinhas, completamente isoladas. É comum viver-se retirado nessa imensidão chamada Rio Amazonas. Vê-se a grandiosidade desse rio e violência também, pelo que ele derruba e carrega ao longo do seu percurso. São verdadeiras ilhotas flutuando com os entulhos.
Serra de Parintins - Comunidade de Santa Luzia. O que se vê aqui é triste, é lindo, é diferente. É isso mesmo. É um misto de sentimentos.
É inacreditável, mas aqui moram pessoas que vivem basicamente do peixe que é abundante. Em destaque a linda vista que tivemos depois de subir um barranco imenso. Foi difícil por que chovia e na descida precisamos inclusive de nos utilizar de cordas, pois escorregava muito, mas valeu a pena. E como valeu !!!
Serra de Parintins - seus pequenos nativos. Observe a pequena tartaruga na mão da moça que está com o pequeno corumim ao seu lado.
Na viagem de volta para Parintins vimos muito botos em volta do nosso barco. Eram botos mais escuros e várias vezes vimos também o boto cor de rosa. É lindo. É um show navegar e desfrutar de paisagens tão maravilhosas. Navegávamos pela margem do rio e vimos muitas garças e vez ou outra nos deparávamos com alguma casa solitária com moradores em suas varandas ou chegando em seus pequenos barcos.
Parintins - primeira noite do festival.
Parintins - segunda noite do festival.
Parintins - terceira e última noite do festival.
E depois de passarmos 5 dias em Parintins, retornamos para Manaus onde ficamos mais duas noites hospedados no Hotel Taj Mahal, no centro da cidade.Aqui, estávamos na noite de Manaus, perto do Teatro Amazonas.
E depois de recarregarmos as nossas baterias nessa linda viagem, novamente voltamos para casa.

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