ROTEIRO COMPLETO: Vitória/Santos/Rio de Janeiro/Salvador/Recife/Olinda/Agadir/Casablanca-Marrocos/Cadiz-Espanha/Lisboa/Sintra/Cabo da Roca/Cascais/Estoril/Lisboa-Portugal/Rio de Janeiro/Vitória
Ainda no porto em Santos, mas a festa já estava animada. Aqui uma vista de dentro do salão Viking Crown, espaço, bonito e silencioso do navio.
E já iniciávamos a viagem rumo ao Rio de Janeiro. Nessa foto vemos as palafitas do outro lado do Porto de Santos.
Aqui, já arrumados para assistir ao primeiro show no teatro cuja capacidade é de aprox. 850 pessoas, e depois jantar.
Pela manhã, já ancorados no Porto do Rio de Janeiro. Essa era a vista que tínhamos da varanda da nossa cabine.
E saimos para a nossa primeira excursão em terra. Fomos para o Bairro Cosme Velho onde pegamos o bondinho para subir até o Cristo Redentor. Embora não chovesse, o dia estava totalmente nublado o que acabou impedindo que víssemos muita coisa lá de cima.
Aqui, estávamos ainda na parte de baixo da estação, aguardando o bondinho.
Aqui, já lá em cima, no Cristo Redentor.
E depois que descemos do Cristo Redentor demos uma volta pela orla, passando pela Praia de Copacabana, pela Lagoa Rodrigo de Freitas, pelo Bairro da Urca e depois voltamos para o porto.
Aqui, na parte interna do navio, já navegávamos em direção à Bahia.
E um brinde, na hora do jantar.
Dia seguinte, em navegação quando passávamos aprox. 80 quilômetros do Espírito Santo.
E do lado de fora, apenas céu e mar e eventualmente essas aves que acompanham o navio por quilômetros e quilômetros.
Nessa noite, tivemos a nossa festa de gala com o capitão.
E no dia seguinte, já estávamos ancorados no Porto de Salvador, onde saimos para um passeio até a cidade, como mostram as fotos a seguir. Aqui, destaque para o Elevador Lacerda e para o Mercado Modelo.
Passeio na cidade alta de Salvador.
Salvador, suas igrejas e largos.
Aqui, já estávamos na região do Pelourinho.
Aqui, quando passávamos pelo Forum Rui Barbosa e pelo Farol da Barra, na nossa volta para o navio.
Já de volta ao navio, estávamos no salão Viking Crown, lugar escolhido por nós como sala de leitura.
E na saida de Salvador, um lindo pôr-de-sol que nos inspirou a fazer uma bela caminhada na pista de corrida do navio.
E depois do banho, arrumados para jantar, demos uma passadinha no cassino antes de ir para o teatro.
Dia seguinte, já em Recife. Então, fomos para Olinda para rever um pouco das suas igrejas e histórias.
Aqui, já tínhamos voltado para Recife para rever suas pontes e seus rios.
E antes de voltar para o navio, uma visita ao Mercado Central de Recife e uma passada rápida na Praia de Boa Viagem.
Anoitecia e deixávamos Pernambuco pra trás se iniciando nesse momento, uma travessia de 6 noites pelo Oceano Atlântico. Então, com o navio já em movimento, saimos para fazer uma caminhada.
E depois do banho, mais um passeio pelo navio, antes do jantar e antes da festa de despedida do Brasil, que teríamos. Por isso quase todas as pessoas estavam de branco.
E depois do jantar, onde os garçons e auxiliares fizeram uma bela apresentação para os passageiros, a festa rolava solta na piscina.
Ainda na festa de despedida do Brasil, ceia especial na área da piscina.
Dia seguinte, de navegação, aproveitamos principalmente para colocar a leitura em dia. À noite, fomos para o teatro e antes do jantar foi feita uma cerimônia para solicitar que o rei Netuno permitisse a nossa travessia pela linha do Equador. Exatamente às 21:00 dessa noite atravessamos o oceano, do sul para o norte.
Dia seguinte, de navegação novamente e à noite, mais uma festa de gala.
E mais um dia de navegação, que aproveitamos para circular pelo navio em vários ambientes que não tínhamos ido ainda.
E lá fora, mais um dia se findava.
E já arrumados para o jantar, fomos para o teatro.
Encontramos então, com o pessoal da animação do navio, que já estava preparado para a festa dos anos 70 que iria rolar mais tarde.
E no dia seguinte, mais um dia de navegação, curtíamos no nosso espaço preferido do navio, o Viking Crown.
Aqui, já estávamos na nossa cabine, fazendo o happy hour antes do jantar.
Hora do passeio habitual, assistir a linda apresentação de uma soprano e depois jantar.
No dia seguinte, já em costa africana, o navio balançou um pouco mas nada que assustasse. E à noite, mais um show no teatro.
No outro dia quando acordamos, estamos ancorados em Agadir, no Continente Africano. Agadir é um importante Porto Marroquino, e embora longe do deserto do Saara vimos bastante camelos na cidade. E como país muçulmano, pessoas vestidas a caráter.
Ainda estávamos no centro de Agadir. Neste país a partir de 2004 foi criada uma lei que permite que um homem pode ter até 4 mulheres, desde que ele possa sustentá-las financeiramente e desde que a primeira esposa concorde com isso. No mínimo diferente, não é mesmo ???
E ainda em Agadir, fomos levados a um show folclórico.
Aqui, já estávamos de volta ao nosso conforto no navio.
E quando o sol se pôs, já estávamos navegando há muito tempo, a caminho de Casablanca, outro Porto Marroquino. Numa das fotos estávamos no teatro; na outra, estávamos no restaurante, com a Brenda, da Nicaragua e com a Thalita, brasileiríssima, de Santos.
Mais uma ceia especial.
No dia seguinte, mais um Porto Marroquino para visitar, o de Casablanca. Diferente de Agadir, Casablanca é uma cidade grande, com uma mistura de lindas avenidas e alguns lugares feios. É a capital financeira do Marrocos. Segue abaixo algumas fotos do city tour que fizemos em Casablanca.
Igreja católica no centro de Casablanca.
E chegamos na segunda maior mesquita do mundo arabe. Ela só é menor que a da Arabia Saudita. Seu interior tem capacidade para 40.000 pessoas, sem contar a parte de fora, que é imensa e comporta em torno de 200.000 pessoas.
Interior da mesquita, onde ao entrar temos que tirar o sapato. Suntuosa é a palavra que encontro para descrevê-la.
Ao sairmos da mesquita.
De volta ao navio.
E no final da tarde, apreciando esse belíssimo pôr-do-sol, deixamos o Porto de Casablanca e fomos para a nossa cabine, onde o nosso camareiro tinha deixado pendurado na porta esse lindo macaquinho feito com toalhas de banho. O detalhe é que ele estava usando o meu óculos. Muito fofo !!!
E nessa noite no teatro, uma apresentação do cover do Abba, grupo sueco de música pop formado em 1972, que fez muito sucesso nos anos 80.
Aqui, já nos encontrávamos na Espanha, numa pequena e linda cidade chamada Cadiz. Colonizada pelos fenícios fala-se que a cidade tem mais de 3 mil anos. Localizada estrategicamente na Europa, perto do Estreito de Gibraltar (A Espanha e Portugal foram grandes navegadores no sec. XV e XVI). Daqui partiram grandes expedições como a do próprio Cristovão Colombo, além de outras que o governo de Portugal não financiou, e que o rei da Espanha, Fernando de Magalhães, o fez. Virou importante porto após a descoberta da América. Após o descobrimento, as embarcações que faziam a rota Europa/América passavam obrigatoriamente por Cadiz e assim cresceu esse Porto.Cadiz, suas ruelas, becos e estreitas passagens.
No museu da igreja.
Ainda no centro da cidade de Cadiz.
E continuamos andando até o nosso navio.
E essa era a nossa última noite no navio, que estaria aportando em Lisboa no dia seguinte. Então, nessa noite, um show especial com todos os artistas que trabalharam nos últimos 15 dias e também uma homenagem para os passageiros, feita pela tripulação. É isso !!! Não poderia ter sido melhor essa linda viagem no Splendour of the Seas. Por isso, não titubearemos em refazê-la um dia.
E na manhã seguinte, já estávamos em Lisboa. Foram essas as últimas fotos que fizemos ainda no navio, antes de desembarcar em Lisboa.
Então, pegamos o taxi que nos aguardava no Porto, e nos dirigimos para o centro de Lisboa, onde ficamos hospedados próximo à Praça Marques de Pombal. Fizemos, então, o check in no Hotel, deixamos a bagagem e saimos imediatamente para fazer um reconhecimento da área.Lisboa, linda e pequena capital, que nos encantou... lembra as cidades históricas brasileiras, porém maior, mais limpa e mais segura. Em destaque, a Praça dos Restauradores e o bonde que nos conduz da cidade baixa para a cidade alta.
Bairro do Chiado, um bom comércio com várias lojas, boutiques, cafés, restaurantes, praças, etc. Em destaque o Elevador da Glória, que também nos conduz da cidade baixa para a cidade alta.
Lisboa, seus prédios históricos, suas ruas e vielas.
Aqui, mais na região do Porto, tendo em destaque também a Ponte 25 de Abril, que se chamava Ponte Salazar, em homenagem ao ditador português que a construiu. A mudança do nome se deu com a Revolução dos Cravos. Temos também, a grande Plaza de Touros, que é também um grande centro de convenções e de comércio. Uma vista muito rápida do Padrão dos descobrimentos e da Torre de Belém.
No dia seguinte, saimos cedo do Hotel, pegamos o ônibus do city-tor, e fomos até o Palácio Presidencial, onde saltamos do ônibus e andamos até Mosteiro dos Jerônimos. Linda obra, cuja construção se iniciou em 1501 e levou um século para ser construído. A função da ordem de São Jerônimo era exclusivamente rezar pela alma do Rei Dom Manuel.
Mosteiro dos Jerônimos, muito lindo. Combina a arquitetura do período gotico com a renascentista.
Feita a visita ao Mosteiro, seguimos até o Padrão dos Descobrimentos. Desenhado em forma de caravela, evoca claramente a expansão maritima. Na foto ao lado, a Torre de Belém que foi construída na era das grandes descobertas, às margens do Tejo, que servia na época, para defesa de Lisboa.
Andar de bonde em Lisboa, faz parte...Então, fomos à parte alta da cidade, para visitar o Castelo de São Jorge, que foi conquistado pelos mouros em 1147. O castelo tem lindas torres e uma vista magnífica da cidade.
E ainda no Castelo de São Jorge, uma bonita vista do Rio Tejo e da Ponte 25 de Abril. E o bondinho descia novamente para a parte baixa da cidade e depois para o Bairro do Chiado, onde saltamos.
No dia seguinte, saimos para uma visita à Sintra, Cascais e Estoril. Aqui, estávamos chegando à Sintra, que é uma linda e bucólica cidade, que fica à 30 quilômetros de Lisboa.
Sintra, seus castelos, suas torres.
Fomos então visitar o Palácio da Pena, onde há alguns anos, a Rede Globo rodou lá, parte da mini série "os Maias". E pegamos o trenzinho até o Palácio.
Ainda no Palácio da Pena. Lamentavelmente não podemos fotograr dentro do Palácio, que é maravilhoso!!!
Essas foram as últimas fotos tiradas na área externa do Palácio, antes de voltarmos para a vila, igualmente encantadora.
Sintra, centro da cidade.
Sintra, seus lindos becos. Enquanto esperávamos para partir, tomamos um delicioso vinho nacional.
E pegamos o bondinho novamente, para uma pequena descida até o local onde nos despedimos da linda vista de Sintra.
De ônibus novamente, fomos levados até o Cabo da Roca, que a ponta mais ocidental do Continente Europeu. Na placa os dizeres de Camões: "Aqui...onde a terra se acaba e o mar começa..." Pois é, não dá pra descrever com palavras a beleza desse lugar. Deixo as fotos falarem por si só.
Logo abaixo do Cabo da Roca, a Praia do Guincho, com seu mar bravio e selvagem, adorado pelos surfistas.
E na sequência, Cascais,
logo seguida por Estoril.
E voltamos para o Hotel, de onde saimos em seguida, para passear no Parque Eduardo VII, homenagem ao rei da Inglaterra. Logo abaixo desse parque, a Praça Marques de Pombal e bem ao fundo, o Rio Tejo.
Depois de um bom banho, saimos pra jantar no Bairro do Chiado, num Restaurante chamado Lisboa à noite. E que bacalhau!!!
No dia seguinte, tomamos um ônibus, e fomos para o Parque das Nações, local da Expo 98, onde fica localizado o grande Oceanário de Lisboa. Nele habitam mais de 16 mil animais e plantas, sendo mais de 450 espécies diferentes.
E na saida do Oceanário, resolvemos comer alguma coisa e tomar mais um vinho nacional.
Depois dessa bela visita, voltamos para o Hotel para organizar a bagagem pois no dia seguinte logo cedo, estaríamos indo para o aeroporto onde embarcaríamos de volta para o Brasil. Que pena, hora de retornar para a nossa dura realidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário